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Moeda Solidária

Sonora Samba Groove apresenta novo show no Espaço Mundo

Por Carol Morena em 15 de março de 2010

Nesta quinta feira o Espaço Mundo tem a honra de receber os amigos do Sonora Samba Groove para um show especial. A banda está em ensaios árduos e promete lançar um EP com suas primeiras composições próprias, e este show fará parte desse laboratório da nova fase da banda. Neste show as musicas autorais ainda não serão mostradas, mas será uma apresentação inédita, com músicas de domínio publico, algumas do repertório antigo e algumas novidades.

Sonora Samba Groove é uma banda paraibana formada em meados de 2006, e logo passou a percorrer o circuito noturno da capital, ocupando os devidos espaços. “É música mundial, com os olhos brasileiros e intensa vivência urbana pessoense”.
O sonora tem honra do as suas presenças, levado a salas e botecos do nordeste versões mastigadas de respeitosas músicas, legados do brasil. Bezerra, Monarco, Buarque, Jobim, entre vários outros ilustres cantam pela garganta da banda e o groove conserva e reconta a história.

SERVIÇO:

Quinta Feira | 18.03

Sonora Samba Groove em novo show

21h | Grátis

E Neste fim de semana…

Por Carol Morena em 15 de março de 2010

Hoje é segunda, mas ja estamos de olho no fim de semana do Espaço Mundo, que será agitado. Mais detalhes virão em breve, mas a programação ta tão bacana que vale o anuncio prévio.

As movimentações começarão na quinta feira e só param no domingo, saquem só:

Quinta | 18.03
Show com Sonora Samba Groove

Grátis | 21h

Sexta | 19.03
After Pitty | Com show do Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
Grátis | 00h

Sábado 20.03
Lançamento do CD das bandas Violet e Gauche + participação da Nublado
R$5,00 | 23h

21.03 Domingo
Sinuca Pride | Promoção: A cada 3 cervejas 600ml, ganhe 3 fichas de sinuca
A partir das 18h

Coletivo Mundo em matéria na TV Itararé

Por Carol Morena em 14 de março de 2010

No programa Diversidade da TV Cultura/Itararé dessa semana, um dos destaques foi uma matéria com o Coletivo Mundo, onde eles mostram o ultimo Grito Rock e um bocado do nosso trabalho por aqui. A equipe veio nos visitar e bateu um papo com André Anterio, Rayan Lins e Carol Morena, além mostrar material das bandas Burro Morto, Nublado, Reis da Cocada Preta, Gauche e Cerva Gratis, imagens do Grito Rock, do nosso antigo estudio e alguns shows. Confiram aí!

Editorial: Todo mundo investe

Por Carol Morena em 11 de março de 2010

Bandas, Produtores e Festivais: Todo mundo investe para o rock rolar

Por Anderson Foca no site Nagulha

Beto Cupertino, Violins (GO) no 13º Goiânia Noise Festival (Foto: Flávio Pessoa)

Estreiamos o editorial do Portal Nagulha para discutir um assunto polêmico e que dá muito “pano para manga” sempre que mencionado: a relação entre as bandas independentes e os festivais. Esse texto já foi divulgado antes pelo Portal Dosol mas creio que o assunto ainda esteja bem quente pra ser discutido aqui.
Num ano de crise como o que passamos, tem  ficado cada vez mais evidente qual é o papel de um festival indie e das bandas que deles participam, até porque é fato de que sem bandas não tem festival. Falo isso com muita propriedade e com muita kilometragem no assunto, afinal jogo dos dois lados: como banda e como produtor de um festival indie. Além de promover 7 edições do Festival Dosol e mais umas 20 edições de festivais menores ainda rodei o Brasil
visitando cenas e compartilhando experiências tanto tocando como no público. Sei bem do que vou falar.
A primeira coisa que tem que ser desmistificada é que bandas independentes invariavelmente pagam para tocar em festivais. Isso é preguiça de quem não quer fazer sua parte dentro da roda que move o rock alternativo e adjacências. Existem diversos festivais que dão ajuda de custo volumosa (pelo menos metade deles) para as bandas chegarem na região do show. Cabe a banda potencializar essa ajuda com tours, outros shows, merchadising e coisas do tipo. Saber se programar é praticamente uma lei nesse mercado ainda em construção é magro de orçamentos.
Na Europa isso é muito mais corriqueiro que aqui. Por lá uma pequena banda que toca no palco 3 do Glastonbury por exemplo tem a mesma (ou se não menor) ajuda do que as bandas nacionais por aqui. A diferença é que lá essas bandas estão em tours extensas, passando vários meses na estrada e montando um mapa viável para se divulgar. Como 99% das bandas nacionais são bandas “de fim-de-semana” a coisa complica.  Só que é mais fácil culpar o vizinho pelo mal
cheiro, do que olhar a própria privada.
Quando um festival é de pequeno ou médio porte e não pode pagar para sua banda chegar no local do show, lembre-se que existem uma dezena de outros custos para a sua participação acontecer. Fiz uma conta rápida e básica para ver quanto uma banda (de quatro pessoas) custa para um festival sem contar com ajuda de custo para chegar no mesmo:
Alimentação: 100,00
Hospedagem: 200,00
Translado: 150,00
Despesa no show (camarim, bebida): 60,00
Só nesses itens a brincadeira já dá mais de R$500,00 e não estamos nem colocando o investimento de marketing do festival para promover a banda, dentre outros itens mais difíceis de calcular. A maioria dos grupos que reclama não consegue fazer R$500,00 de bilheteria nem dentro de casa, imaginem fora.
É preciso ter a noção de que festivais independentes também se pagam do bolso para acontecer. Não tenho os dados, mas aposto minha mão direita como mais da metade dos festivais da ABRAFIN, por exemplo, foram deficitários em 2008 (mesmo com patrocínios em alguns casos). Nem por isso deixarão de ser realizados em 2009, 2010 e por aí vai. Um investimento pesado e que não está sendo levado em consideração na hora de uma análise mais fria (e até irresponsável de alguns fanzines virtuais internet afora). Então chegamos a conclusão que todo mundo investe para que o rock possa acontecer, certo?
Claro, existem festivais que estão pseudo-interessados na “cena” da sua cidade e da sua região e mesmo com verbas volumosas captadas terminam sem ajudar em nada (ou em quase nada) os artistas independentes, o que é uma grande sacanagem. Agora uma coisa é certa: se você é banda e aceita essa condição (e as vezes vale a pena aceitar) é porque concorda com ela. Depois não adianta chorar. Produtores, músicos, jornalistasdi e festivais “malas” estão espalhados mundo afora como em qualquer outra atividade. Humanos são seres difíceis mesmo, já dizia meu ídolo Leonardo Panço, do ótimo grupo punk carioca Jason.
Uma distorção que tem acontecido muito é tratar um festival de música independente como se ele fosse um potencial contratante de bandas, quando na verdade um evento com essas características é uma plataforma para que as bandas busquem mercado dentro das cidades. Em alguns casos, de bandas médias já consagradas e com um bom público dentro do mercado, podemos até considerar os festivais como contratantes mas essa realidade só se aplica a 1% do universo de bandas existentes no Brasil. Uma exceção que justifica a regra.
Uma coisas é certa, banda tem que ter música boa, tem que ter um network, diferencial, ser empreendedora dentro da sua região, ter tempo para o projeto, estar envolvida com a cena local em todos o sentidos e ter noção de como as coisas funcionam.  Se não for desse jeito o projeto não sai do canto e aí você vai ter que escolher entre relaxar e trata-la com um grande hobby sem pretensões ou entrar na roda de quem quer por as coisas para frente. Como eu já disse antes, depois não adianta chorar!
Vamos ao trabalho!

Nesta sexta o Espaço Mundo trás Seu Pereira e Zé Viola

Por Carol Morena em 10 de março de 2010

Com a missão de proporcionar as melhores noites e os melhores shows, o Espaço Mundo nesta sexta feira trás Seu Pereira e Zé Viola. Um com o Coletivo 401 e o outro com sua Progressive band.  A verdade é que tanto Zé Viola e o Seu Pereira são entidades sonoras, fazedores de boa música e ótimos representantes da música brasileira na nossa terrinha.

A festa tem início às 22:30h, custa os R$5,00 de sempre. Hora pra terminar não tem, ja que as duas bandas vão subir ao palco para ótimos shows.

Esperamos você la, heim.

Zé Viola e Progressive Band

A Zé Viola Progressive Band é um projeto idealizado por ANDRÉ NÓBREGA(guitarrista e vocalista) e HELDER LAURENTINO(Guitarrista e backing vocal). A banda tem cerca de um ano e meio e a proposta é misturar a linguagem regional ao rock progressivo, ambos com influências década de 70 e linguagem atual.

O nome ZÉ VIOLA vem de uma homenagem aos músicos ZÉ GUILHERME e CHICO VIOLA pela musicalidade e atitude compatíveis com a expressividade regional destes artistas. O fato de serem dois nomes – ZÉ VIOLA – e a extensão final do nome – PROGRESSIVE BAND – são inspirações do rock progressivo e de um dos maiores nomes desse gênero, a banda PINK FLOYD, que o nome é a junção, também, do nome de dois artistas da época admirados pelos integrantes.

Na atual formação, além de ANDRÉ NÓBREGA (guitarra, pandeiro e voz), HELDER LAURENTINO (guitarra, triângulo e vocal), temos EDY GONZAGA (baixo) e NIELSEN BATISTA(bateria). CURRÍCULO A banda tem em seu currículo o lançamento do EP “Devaneios e Espinhos” (2007) com 4 músicas próprias e apresentações no PROJETO SEIS E MEIA tocando com o compositor cearense Ednardo, PROJETO DA PREFEITURA DO RECIFE tocando no Pátio de são Pedro PROJETO GLÓRIA VASCONCELOS, PROJETO SOM DA PRAÇA, PROJETO BANDAS NOVAS da Associação de Músicos da Paraíba e tem se apresentado em todos os grandes palcos da cidade de João Pessoa. Atualmente a banda prepara material inédito para o lançamento do primeiro CD com elementos regionais/popular/progressivo.

Contatos: André Nóbrega – Tel:(83)8827 0700/e-mail: Andrevaradouro@hotmail.com Edmundo Gonzaga – Tel: (83) 8889 1019 – e-mail: edygn@hotmail.com

Seu Pereira e Coletivo 401

No coletivo 401 viajam referências, ideias, passageiros anônimos ou não, que, entre uma parada e outra, deixam no interior do coletivo matéria-prima pra uma nova música, uma nova poesia, que conte o cotidiano da cidade e do mundo.

JONATHAS FALCÃO – VOZ E VIOLÃO | THIAGO SOMBRA – BAIXO | VICTORAMA – BATERIA | ESMERALDO – GUITARRA
As 4 canções expostas nesse espaço, foram gravadas entre julho de 2007 a março de 2008 no G&A estúdio em Campina Grande, com Giordano Frag nas guitarras, André Vitor nos teclados e piano elétrico, Victor Ramalho na Bateria, Thiago Sombra no baixo, Zácaro no trompete e Falcão no vocal e violão.