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	<title>Coletivo Mundo</title>
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		<title>Editorial: Todo mundo investe</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 02:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[anderson foca]]></category>
		<category><![CDATA[editorial]]></category>
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		<category><![CDATA[produtores]]></category>

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		<description><![CDATA[Bandas, Produtores e Festivais: Todo mundo investe para o rock rolar
Por Anderson Foca no site Nagulha

Beto Cupertino, Violins (GO) no 13º Goiânia Noise Festival (Foto: Flávio Pessoa)
Estreiamos o editorial do Portal Nagulha para discutir um assunto polêmico e que dá muito “pano para manga” sempre que mencionado: a relação entre as bandas independentes e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Bandas, Produtores e Festivais: Todo mundo investe para o rock rolar</em></strong></p>
<p>Por Anderson Foca no site <a href="http://nagulha.com.br/editorial-todo-mundo-investe/">Nagulha</a></p>
<p><a href="http://nagulha.com.br/wp-content/uploads/2010/03/violins-noise.jpg" rel="lightbox[909]"><img title="Beto Cupertino, Violins (GO) no 13º Goiânia Noise Festival (Foto: Flávio Pessoa)" src="http://nagulha.com.br/wp-content/uploads/2010/03/violins-noise-640x426.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p>Beto Cupertino, Violins (GO) no 13º Goiânia Noise Festival (Foto: Flávio Pessoa)</p>
<div id="_mcePaste">Estreiamos o editorial do Portal Nagulha para discutir um assunto polêmico e que dá muito “pano para manga” sempre que mencionado: a relação entre as bandas independentes e os festivais. Esse texto já foi divulgado antes pelo Portal Dosol mas creio que o assunto ainda esteja bem quente pra ser discutido aqui.</div>
<div>Num ano de crise como o que passamos, tem  ficado cada vez mais evidente qual é o papel de um festival indie e das bandas que deles participam, até porque é fato de que sem bandas não tem festival. Falo isso com muita propriedade e com muita kilometragem no assunto, afinal jogo dos dois lados: como banda e como produtor de um festival indie. Além de promover 7 edições do Festival Dosol e mais umas 20 edições de festivais menores ainda rodei o Brasil</div>
<div>visitando cenas e compartilhando experiências tanto tocando como no público. Sei bem do que vou falar.</div>
<div>A primeira coisa que tem que ser desmistificada é que bandas independentes invariavelmente pagam para tocar em festivais. Isso é preguiça de quem não quer fazer sua parte dentro da roda que move o rock alternativo e adjacências. Existem diversos festivais que dão ajuda de custo volumosa (pelo menos metade deles) para as bandas chegarem na região do show. Cabe a banda potencializar essa ajuda com tours, outros shows, merchadising e coisas do tipo. Saber se programar é praticamente uma lei nesse mercado ainda em construção é magro de orçamentos.</div>
<div>Na Europa isso é muito mais corriqueiro que aqui. Por lá uma pequena banda que toca no palco 3 do Glastonbury por exemplo tem a mesma (ou se não menor) ajuda do que as bandas nacionais por aqui. A diferença é que lá essas bandas estão em tours extensas, passando vários meses na estrada e montando um mapa viável para se divulgar. Como 99% das bandas nacionais são bandas “de fim-de-semana” a coisa complica.  Só que é mais fácil culpar o vizinho pelo mal</div>
<div>cheiro, do que olhar a própria privada.</div>
<div>Quando um festival é de pequeno ou médio porte e não pode pagar para sua banda chegar no local do show, lembre-se que existem uma dezena de outros custos para a sua participação acontecer. Fiz uma conta rápida e básica para ver quanto uma banda (de quatro pessoas) custa para um festival sem contar com ajuda de custo para chegar no mesmo:</div>
<div><strong>Alimentação:</strong> 100,00</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Hospedagem: </strong>200,00</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Translado</strong>: 150,00</div>
<div id="_mcePaste"><strong>Despesa no show (camarim, bebida):</strong> 60,00</div>
<div>Só nesses itens a brincadeira já dá mais de R$500,00 e não estamos nem colocando o investimento de marketing do festival para promover a banda, dentre outros itens mais difíceis de calcular. A maioria dos grupos que reclama não consegue fazer R$500,00 de bilheteria nem dentro de casa, imaginem fora.</div>
<div>É preciso ter a noção de que festivais independentes também se pagam do bolso para acontecer. Não tenho os dados, mas aposto minha mão direita como mais da metade dos festivais da ABRAFIN, por exemplo, foram deficitários em 2008 (mesmo com patrocínios em alguns casos). Nem por isso deixarão de ser realizados em 2009, 2010 e por aí vai. Um investimento pesado e que não está sendo levado em consideração na hora de uma análise mais fria (e até irresponsável de alguns fanzines virtuais internet afora). Então chegamos a conclusão que todo mundo investe para que o rock possa acontecer, certo?</div>
<div>Claro, existem festivais que estão pseudo-interessados na “cena” da sua cidade e da sua região e mesmo com verbas volumosas captadas terminam sem ajudar em nada (ou em quase nada) os artistas independentes, o que é uma grande sacanagem. Agora uma coisa é certa: se você é banda e aceita essa condição (e as vezes vale a pena aceitar) é porque concorda com ela. Depois não adianta chorar. Produtores, músicos, jornalistasdi e festivais “malas” estão espalhados mundo afora como em qualquer outra atividade. Humanos são seres difíceis mesmo, já dizia meu ídolo Leonardo Panço, do ótimo grupo punk carioca Jason.</div>
<div>Uma distorção que tem acontecido muito é tratar um festival de música independente como se ele fosse um potencial contratante de bandas, quando na verdade um evento com essas características é uma plataforma para que as bandas busquem mercado dentro das cidades. Em alguns casos, de bandas médias já consagradas e com um bom público dentro do mercado, podemos até considerar os festivais como contratantes mas essa realidade só se aplica a 1% do universo de bandas existentes no Brasil. Uma exceção que justifica a regra.</div>
<div>Uma coisas é certa, banda tem que ter música boa, tem que ter um network, diferencial, ser empreendedora dentro da sua região, ter tempo para o projeto, estar envolvida com a cena local em todos o sentidos e ter noção de como as coisas funcionam.  Se não for desse jeito o projeto não sai do canto e aí você vai ter que escolher entre relaxar e trata-la com um grande hobby sem pretensões ou entrar na roda de quem quer por as coisas para frente. Como eu já disse antes, depois não adianta chorar!</div>
<div>Vamos ao trabalho!</div>
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		<title>Nesta sexta o Espaço Mundo trás Seu Pereira e Zé Viola</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 19:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo mundo]]></category>
		<category><![CDATA[espaço mundo]]></category>
		<category><![CDATA[seu pereira e coletivo 401]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Zé viola e progressive band]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a missão de proporcionar as melhores noites e os melhores shows, o Espaço Mundo nesta sexta feira trás Seu Pereira e Zé Viola. Um com o Coletivo 401 e o outro com sua Progressive band.  A verdade é que tanto Zé Viola e o Seu Pereira são entidades sonoras, fazedores de boa música e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a missão de proporcionar as melhores noites e os melhores shows, o Espaço Mundo nesta sexta feira trás Seu Pereira e Zé Viola. Um com o Coletivo 401 e o outro com sua Progressive band.  A verdade é que tanto Zé Viola e o Seu Pereira são entidades sonoras, fazedores de boa música e ótimos representantes da música brasileira na nossa terrinha.</p>
<p>A festa tem início às 22:30h, custa os R$5,00 de sempre. Hora pra terminar não tem, ja que as duas bandas vão subir ao palco para ótimos shows.</p>
<p>Esperamos você la, heim.</p>
<p><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/zeviola.jpg" rel="lightbox[886]"><img class="aligncenter size-full wp-image-885" title="zeviola" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/zeviola.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/zeviolaprogressiveband">Zé Viola e Progressive Band</a></p>
<p>A Zé Viola Progressive Band é um projeto idealizado por ANDRÉ NÓBREGA(guitarrista e vocalista) e HELDER LAURENTINO(Guitarrista e backing vocal). A banda tem cerca de um ano e meio e a proposta é misturar a linguagem regional ao rock progressivo, ambos com influências década de 70 e linguagem atual.</p>
<p>O nome ZÉ VIOLA vem de uma homenagem aos músicos ZÉ GUILHERME e CHICO VIOLA pela musicalidade e atitude compatíveis com a expressividade regional destes artistas. O fato de serem dois nomes – ZÉ VIOLA &#8211; e a extensão final do nome – PROGRESSIVE BAND – são inspirações do rock progressivo e de um dos maiores nomes desse gênero, a banda PINK FLOYD, que o nome é a junção, também, do nome de dois artistas da época admirados pelos integrantes.</p>
<p>Na atual formação, além de ANDRÉ NÓBREGA (guitarra, pandeiro e voz), HELDER LAURENTINO (guitarra, triângulo e vocal), temos EDY GONZAGA (baixo) e NIELSEN BATISTA(bateria). CURRÍCULO A banda tem em seu currículo o lançamento do EP “Devaneios e Espinhos” (2007) com 4 músicas próprias e apresentações no PROJETO SEIS E MEIA tocando com o compositor cearense Ednardo, PROJETO DA PREFEITURA DO RECIFE tocando no Pátio de são Pedro PROJETO GLÓRIA VASCONCELOS, PROJETO SOM DA PRAÇA, PROJETO BANDAS NOVAS da Associação de Músicos da Paraíba e tem se apresentado em todos os grandes palcos da cidade de João Pessoa. Atualmente a banda prepara material inédito para o lançamento do primeiro CD com elementos regionais/popular/progressivo.</p>
<p>Contatos: André Nóbrega &#8211; Tel:(83)8827 0700/e-mail: Andrevaradouro@hotmail.com Edmundo Gonzaga – Tel: (83) 8889 1019 – e-mail: edygn@hotmail.com</p>
<p><strong><a href="http://www.myspace.com/seupereiraecoletivo401">Seu Pereira e Coletivo 401</a></strong></p>
<p><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu-pereira.jpg" rel="lightbox[886]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-887" title="seu pereira" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu-pereira-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /></a></p>
<p>No coletivo 401 viajam referências, ideias, passageiros anônimos ou não, que, entre uma parada e outra, deixam no interior do coletivo matéria-prima pra uma nova música, uma nova poesia, que conte o cotidiano da cidade e do mundo.</p>
<p>JONATHAS FALCÃO &#8211; VOZ E VIOLÃO | THIAGO SOMBRA &#8211; BAIXO | VICTORAMA &#8211; BATERIA | ESMERALDO &#8211; GUITARRA<br />
As 4 canções expostas nesse espaço, foram gravadas entre julho de 2007 a março de 2008 no G&amp;A estúdio em Campina Grande, com Giordano Frag nas guitarras, André Vitor nos teclados e piano elétrico, Victor Ramalho na Bateria, Thiago Sombra no baixo, Zácaro no trompete e Falcão no vocal e violão.</p>
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		<title>Compacto.Rec lança &#8220;Caos Carma Conceito&#8221;, da banda Uganga (MG)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Compacto.Rec anuncia o lançamento deste mês &#8211; a banda mineira, formada por cinco músicos &#8211; Christian (guitarra), Thiago (guitarra e vocal) Ras (baixo e vocal), Marco (bateria) e pelo vocalista Manu “Joker”, ou seja, o Uganga.

O quinteto, já chamado de Ganga Zumba, tem 15 anos de história no rock pesado feito em Minas Gerais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Compacto.Rec</strong> anuncia o lançamento deste mês &#8211; a banda mineira, formada por cinco músicos &#8211; Christian (guitarra), Thiago (guitarra e vocal) Ras (baixo e vocal), Marco (bateria) e pelo vocalista Manu “Joker”, ou seja, o <strong>Uganga</strong>.</p>
<div style="text-align: center;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4420648867_6b61496c94.jpg" alt="Uganga - Encarte por Compacto.REC." width="500" height="443" /></div>
<p>O quinteto, já chamado de Ganga Zumba, tem 15 anos de história no rock pesado feito em Minas Gerais (mesmo local que revelou grupos como o Sepultura, por exemplo) apresenta  um som resultante da mistura de hardcore e metal, além do visível Groove, recebido do Hip Hop, enquanto as letras tem reflexões acerca do respeito à mãe-natureza, livre arbítrio, dilemas cotidianos e auto-conhecimento. Tudo isso esteve em seus lançamentos anteriores (Atitude Lótus, em 2003, foi o seu primeiro), e agora se faz presente neste CD, &#8220;Vol. 3 &#8211; Caos Carma Conceito&#8221;.</p>
<p><strong>FORA DO EIXO AO EXTREMO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2753/4420647751_bf81be1e67.jpg" alt="Uganga - Encarte por Compacto.REC." width="500" height="444" /></p>
<p style="text-align: center;">Uganga &#8211; Encarte por Compacto.REC.</p>
<p>O <strong>Fora do Eixo ao Extremo</strong> nada mais é do que um sub-circuito criado baseado nos parâmetros do <strong>Circuito Fora do Eixo</strong>, que visa estruturar e dar ênfase a bandas mais “pesadas”, como o Hardcore, Punk, e determinadas vertentes do Metal, e ainda, aglutinar novos agentes espalhados em 10 pontos do Brasil até o momento. O lançamento está programado para ocorrer simultaneamente no período de 12 a 14 de março pelo Brasil afora, sendo uma excelente oportunidade para a circulação de bandas pelos pontos do Fora do Eixo, e ainda criando uma nova rota para essas bandas dentro do novo sub-circuito. Cada frente do FDE ao Extremo trabalha em parceria com o seu coletivo, sendo eles: Pólvora Cultural com o Palafita (Macapá – AP), o Sindicatto junto ao Espaço Cubo (Cuiabá &#8211; MT), Goma (Uberlândia &#8211; MG), BIL (Canoas &#8211; RS), Escape com o Esquina (Brasília &#8211; DF), Araribóia Rock (Niterói &#8211; RJ), PVH Caos (Porto Velho &#8211; RO), SOPA (Goiânia – GO), Pequi (Anápolis – GO) e Vilhena Rock (Vilhena – RO).</p>
<p><strong>COMPACTO.REC</strong></p>
<p>O Compacto REC é um projeto que teve início em 2007, com o objetivo de lançar singles virtuais em rede, através dos veículos de comunicação integrados ao Circuito Fora do Eixo. A primeira banda lançada foi a <strong>Madame Saatan (PA)</strong>. Na seqüência vieram artistas de todas as regiões do país como as elogiadas <strong>Bang Bang Babies (GO)</strong> e  <strong>Filomedusa (AC)</strong>. Os últimos lançamentos deste ano foram <strong>Porcas Borboletas (MG)</strong>, <strong>Boddah Diciro (TO)</strong>, <strong>Rinoceronte (RS)</strong>, <strong>Linha Dura (MT)</strong>, <strong>Johnny Suxxx (GO)</strong> e recentemente <strong>Nevilton (PR)</strong>. Com a liberação dos fonogramas para downloads, o projeto alinha uma iniciativa de trocas para remunerar o autor do trabalho em um sistema de economia solidária, pautado na oferta de serviços e produtos integrados ao Circuito Fora do Eixo.</p>
<p><strong>SOBRE O CD</strong></p>
<div style="text-align: center;"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4067/4420654345_7d4022a6ef.jpg" alt="Uganga - Capa por Compacto.REC." width="500" height="455" /></div>
<p style="text-align: center;">Uganga &#8211; Capa por Compacto.REC.</p>
<p>Em <strong>Vol.3: Caos Carma Conceito</strong> o Uganga continua explorando sua identidade musical, porém com uma dose extra de peso e agressividade. Nas letras, reflexões filosóficas, autoconhecimento e dilemas humanos, como a faixa “O Primeiro Inquilino” que em mais de sete minutos descreve fatos de um assassinato (essa é a primeira parte da história que contará com mais outras duas). O CD traz vários convidados especiais como o guitarrista Fábio Jhasko (ex-Sarcófago) tocando violino, o rapper X (ex-Câmbio Negro), Panda Reis (Oligarquia), Raphael Sapão (Attero), Edson “Zacca” (Seu Juvenal), Guilherme (Krow), o guitarrista Johny Murata da banda de jazz Lumina tocando Sitar, o grupo de rap 3DFato e Leospa, ex-integrante da banda.</p>
<p><strong>Acesse e baixe o CD do Uganga: <a href="http://www.compactorec.wordpress.com">www.compactorec.wordpress.com</a></strong></p>
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		<title>Banda sergipana The Baggios faz turnê e grava clipe em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 01:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[the baggios]]></category>
		<category><![CDATA[tour]]></category>

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		<description><![CDATA[Do site Cinform

Buscando projeção nacional, a banda sergipana The Baggios vai a São Paulo para gravar seu primeiro disco oficial na próxima terça, dia 16. O grupo irá realizar a turnê intitulada The Baggios Sampa Tour, passando pela capital paulista e mais cinco cidades do estado. Na passagem por São Paulo, a banda formada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do site <a href="http://www.cinform.com.br/noticias/93201016251438966/BANDA+SERGIPANA+FAZ+TURNE+E+GRAVA+CLIPE+EM+SAO+PAULO.html">Cinform</a></p>
<p><img src="http://www.cinform.com.br/thumbv3/galeria/?img=/imggaleria/93201016345530364/93201016351743371.jpg" alt="" /><br />
Buscando projeção nacional, a banda sergipana The Baggios vai a São Paulo para gravar seu primeiro disco oficial na próxima terça, dia 16. O grupo irá realizar a turnê intitulada The Baggios Sampa Tour, passando pela capital paulista e mais cinco cidades do estado. Na passagem por São Paulo, a banda formada por apenas dois integrantes, Julio Andrade – guitarra e vocal – e Gabriel Carvalho – bateria -, ainda aproveitará a oportunidade para gravar o videoclipe da música Em outras, contando com participação de Rafael Costello, ex-Plástico Lunar e Rockassetes.</p>
<p>Esta é a primeira vez que a banda faz uma turnê pelo Sudeste do país. Antes, o grupo The Baggios tocou em festivais pelo Nordeste no ano passado, a exemplo de Festival do Sol, em Natal, Festival Mundo, em João Pessoa, Festival Big Band, em Salvador, entre outros.</p>
<p>“As expectativas para esta turnê são as melhores possíveis, já que o público de lá é mais amplo para o tipo de som que nós tocamos. Acreditamos na possibilidade de surgirem convites para festivais e também para um selo musical”, afirma Julio Andrade, guitarrista e vocalista da banda. O CD oficial de The Baggios contará com 15 canções, dentre as quais 11 são inéditas e quatro são regravações de músicas lançadas na demo e no EP da banda.</p>
<p>O disco oficial apresentará músicas novas como Pare e repare e O azar me consome, esta última, segundo o vocalista e guitarrista Julio Andrade, poderá ser o título do álbum. Já a seleção entre as músicas da demo lançada em 2007 – sem nome – e o EP Hard Time, de 2009, foi feita por cerca de 250 fãs da banda que votaram em enquete na comunidade da banda, no site de relacionamentos Orkut. As músicas escolhidas pelo público foram Pegando punga, Aqui vou eu, Ó, cigana e Candango’s bar.</p>
<p>Três dos shows a serem realizados pela banda The Baggios foram marcados graças à ação da rede Fora do Eixo, formada desde 2005 por produtores culturais das regiões Centro-Oeste, Norte e Sul com o objetivo de estimular a circulação de bandas pelo chamado Circuito Fora do Eixo, que abarca as cidades de Cuiabá, Rio Branco, Uberlândia e Londrina. A rede Fora do Eixo encaixou o grupo The Baggios para tocar junto com a Turnê das Porcas Borboletas, banda de Uberlândia.</p>
<p>A banda irá passar pelas cidades de São Paulo, Vinhedo, São Carlos, Campinas, Bauru e Araraquara.</p>
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		<title>Rock&#8217;n rose em comemoração ao dia da mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[andada]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[espaço mundo]]></category>
		<category><![CDATA[rock'n rose]]></category>
		<category><![CDATA[violet]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, três bandas femininas da Paraíba irão se apresentar tocando rock em alto e bom som, um estilo que desde o início teve o homem como protagonista.



O Projeto é uma forma de mostrar a força da mulher e os espaços inusitados que a cada dia vem conquistando, principalmente a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, três bandas femininas da Paraíba irão se apresentar tocando rock em alto e bom som, um estilo que desde o início teve o homem como protagonista.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rock-n-rose.jpg" rel="lightbox[876]"><img class="aligncenter size-full wp-image-877" title="rock n rose" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/rock-n-rose.jpg" alt="" width="488" height="344" /></a></div>
<div></div>
<div>O Projeto é uma forma de mostrar a força da mulher e os espaços inusitados que a cada dia vem conquistando, principalmente a mulher paraibana. As bandas tocarão “covers” de grupos nacionais e internacionais e músicas próprias, compostas com a sensibilidade de uma rosa e a energia desse ritmo que agrada igualmente a homens e mulheres.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">O Rock´n Rose valoriza, acima de tudo, a produção musical do nosso Estado e sua versão número dois será realizado dia 13 de Março de 2010, às 21 horas, no Espaço Mundo.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>SOBRE AS BANDAS</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><strong>1) Bárbara</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A banda Bárbara &#8211; adjetivo feminino &#8211; surgiu da junção de 4 mulheres destinadas a tocar Rock’n Roll, formada em junho de 2007. Com um estilo próprio e músicas embaladas de melodias simples e letras divertidas, provocativas, românticas e sociais, a banda vêm como uma proposta de expandir a cena do rock feminino.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Influências:</div>
<div id="_mcePaste">Luxúria, White Stripes, Cachorro Grande, Jovem Guarda, Cindy Lauper, Yeah Yeah Yeahs, Hole, Strokes.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Integrantes:</div>
<div id="_mcePaste">Carol Jordão &#8211; vocal</div>
<div id="_mcePaste">Débora Gil &#8211; guitarra (backing vocal)</div>
<div id="_mcePaste">Mynne da Rosa &#8211; baixo (backing vocal)</div>
<div id="_mcePaste">Luana Lucena &#8211; bateria (backing vocal)</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>2) Andada</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A Andada começou em setembro de 2009 com integrantes que já haviam tocado juntos em outro projeto: Filipe Maia (baixista), Kléber Nascimento (baterista) e Jeanne Marques (guitarrista). Foram 2 meses intensos, de muito trabalho, composição, produção de arranjos e ensaios.</div>
<div id="_mcePaste">No fim de novembro/09, com a base formada, foram em busca da vocalista. Encontraram Daniela Alejandra, que transformou o trio num quarteto completo, marcado por uma voz doce mesclada à energia do rock’n roll.</div>
<div id="_mcePaste">O som que a banda faz é um soft rock. Riffs melódicos de guitarra, batidas energéticas na bateria e um baixo criativo. Já lançou o primeiro single e em breve lançará o primeiro EP.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Influências:</div>
<div id="_mcePaste">The Doors, The Cure, The Cardigans, Smashing Pumpkins, Garbage, Franz Ferdinand, Coldplay, Los Hermanos, Pato Fu, Lily Allen.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Integrantes:</div>
<div id="_mcePaste">Daniela Alejandra – vocal</div>
<div id="_mcePaste">Filipe Maia – baixo</div>
<div id="_mcePaste">Jeanne Marques – guitarra</div>
<div id="_mcePaste">Kleber Nascimento- bateria</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>3) Violet</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A Violet surgiu em João Pessoa, no início de 2009, com sua formação atual. No segundo semestre de 2009 a banda entrou em estúdio, e no início deste ano lançou seu primeiro EP, homônimo, com 5 faixas autorais que bebem livremente em estilos como blues, jazz, rock, alternativo e experimental. As letras, em inglês e português, versam sobre a luxúria, ira e o demônio residente em cada um. Sangue nos olhos em veludo vermelho. Mesmo com o repertório em formação, a Violet já fez seu primeiro show. Em Recife, no Espaço N.A.V.3, em 31 de Janeiro deste ano. O show foi muito elogiado pelos organizadores do evento, assim como pelos proprietários do espaço e público presente.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>&#8221; (&#8230;) As músicas eram para manter a embriaguez, ouvir, dançar e morder. E foi isso que aconteceu no Bronx, não necessariamente nesta mesma ordem. Em sua primeira apresentação da cidade, a banda deixa boas impressões. O público (que já era grande) no Bronx adorou a nova surpresa. É uma banda com características bem particulares e pode dar muito o que falar. O vocal feminino e o clima intimista chamou atenção. As músicas alternam da calma a euforia.&#8221; &#8211; Grito Rock CG 2010 &#8211; Natora Coletivo</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Influencias:</div>
<div id="_mcePaste">Blues, The Mars Volta, café, Portishead, Jazz, Muse, whisky, Jimmy Hendrix, cigarro, Fiona Apple, The Cardigans, Placebo.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Integrantes:</div>
<div id="_mcePaste">Antônio – baixo e vocal</div>
<div id="_mcePaste">Daniel – guitarra e vocal</div>
<div id="_mcePaste">Danilo – bateria</div>
<div id="_mcePaste">Leonardo – guitarra</div>
<div id="_mcePaste">Raquel – vocal</div>
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		<title>Festival Grito Rock João Pessoa 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rayan</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="496" height="398" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Eg9mHmmBiFc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="496" height="398" src="http://www.youtube.com/v/Eg9mHmmBiFc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Cobertura Grito Rock: Sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[antenor navarro]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Gritos de sábado, gritos de sempre
Por Bruno Guimarães. Fotos: Rafael Passos


Sábado, último dia de apresentações do GRITO ROCK 2010. A noite, quente e límpida de verão, colaborou para que a maratona de shows ocorresse com um público superior ao que compareceu na sexta. Este interesse do público foi, sem dúvida, um dos pontos altos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Gritos de sábado</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">, gritos de sempre</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">Por Bruno Guimarães</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">. Fotos: Rafael Passos</span></em></span></p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-os_reis.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-858" title="GR os_reis" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-os_reis.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><br />
</span></em></span></p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Sábado, últ</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">imo dia de apresentações do GRITO ROCK</span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">2010. A</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> noite, quente e límpida de verão, colaborou para que a maratona de shows ocorresse com um público superior ao </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">que compareceu n</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">a sexta</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. Este interesse do público foi, sem dúvida, um dos pontos alt</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">os do GRITO ROCK</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> deste ano.</span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Nesta noite, a diversidade se mostrou</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">,</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> novamente</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">,</span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">um dos grandes destaques: do </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">hardcore </span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">ao </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">indie rock</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">; do </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">experimental</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> ao pós-punk. </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Quem</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> compar</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">eceu aos dois dias do GRITO ROCK </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">ouviu um pouco de tudo. E, certamente, não se arrependeu.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">No palco do Espaço Mundo</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, inici</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">ou-se a série de apresentações com a pessoense </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Iazul</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">.</span></strong></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Uma sonoridade explosiva, ágil, como o bom hardcore deve ser. Nada melhor</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> para começar a última noite do GRITO ROCK </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">em João Pessoa</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-iazul.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-859" title="GR iazul" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-iazul.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Iazul</p>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Na sequência, a primeira banda a se apresentar</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> no palco da Praça Antenor Navarro foi o </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Noskill</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">. </span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">A banda, formada em 2005, é atualmente </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">composta </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">apenas por meninas. Mas quem esperava ver algo na linha “sexo frágil” enganou-se redondamente. Não há fragilidade no som do </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Noskill</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. Mas há o inegável toque feminino, a sensibilidade feminina, em suas músicas furiosas e diretas.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Gr-noskill-1.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="Gr noskill (1)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Gr-noskill-1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Noskill</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">O GRITO ROCK</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> continuou urgente e furioso com a apresentação da </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Elmo</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">, </span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">no Espaço Mundo</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><em><span style="font-size: small;">. </span></em></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">Riffs</span></em></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">de guitarra</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> afiados em navalha, cruciais e potentes de uma banda que, desde 2006, se firma como uma das melhores da cena </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">hardcore</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> local</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-elmo.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-861" title="GR elmo" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-elmo.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Elmo</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">A Antenor Navarro rece</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">beu, em seguida, </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Os Reis da Cocada Preta</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">A banda apresenta uma sonoridade repleta de referências atualizadas (como </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">The Killers, Arctic Monkeys</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, e </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">Franz Ferdinand</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">). Mas também mostra personalidade, em letras permeadas de críticas sociais e pequenas sátiras políticas. </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Um show divertido e que não fez o público</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> se decepcionar</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-os_reis-2.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-862" title="GR os_reis (2)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-os_reis-2.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Reis da Cocada Preta</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">O palco do Espaço M</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">undo recebeu, então, mais uma banda feminina da cena local: </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Bárbara</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. A banda, com seu pop instigante</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, mostra-se em plena ascensão, a</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">pós ter aberto, recentemente, um show d</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">a baiana Pitty, </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">em João Pessoa.</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> Animadas</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> e contagiantes, deram espaço para a próxima banda a se apresentar na praça, o </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Nublado</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-barbara.jpg" rel="lightbox[857]"><img title="GR barbara" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-barbara.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Bárbara</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Tocando, basicamente, as músicas que fizeram parte dos seus dois primeiros EP’s </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">(Nublado</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, de 2008, e </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">Vôo Livre</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">, </span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">de 2009), o </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Nublado</span></strong></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">mostrou-se competente e seguro em sua apresentação na Antenor Navarro. </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Com uma inegável veia pop (mas não clichê) permeando melodias diretas e guitarras</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> bem sacadas</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, a banda mostrou porque é considera</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">da</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> uma das grandes expoentes da recente safra de bandas de rock de João </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Pessoa</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GRnublado-2.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-864" title="GRnublado (2)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GRnublado-2.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Nublado</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Coube ao </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Malaquias em Perigo</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> dar continuidade à maratona de shows no palco do Espaço Mundo</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. Liderada por Diego Second, a band</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">a mostrou-se bastante empolgante</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. Guitarras pesadas, no melhor estilo </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><em><span style="font-size: small;">Queens of the Stone Age</span></em></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, e com uma sempre excelente performance de palco, a banda está prestes a lançar o seu primeiro EP, que deve sair ainda neste mês de março.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-malaquias.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-865" title="GR malaquias" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-malaquias.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Malaquias em Perigo</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Uma das bandas ma</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">is aguardadas da noite, a </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">paranaense </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: small;">Nevilton</span></strong></span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">correspondeu a todas as expectativas do público na Praça Antenor Navarro.</span></span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"> Boas melodias, e uma sonoridade que passeia entre</span></span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"> Los Hermanos e Strokes, </span></span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-size: small;">Nevilton</span></strong></span></span> <span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">se assegura cada vez mais como uma das boas revelações do rock nacional. O show foi quente e contagiou até quem não sabia do que se tratava. Nevilton desceu do palco, se pendurou na estrutura do palco, pediu conhaque, bebeu, agradeceu e não parava de falar da alegria que estava em sentir que os 4mil quilometros percorridos até chegar aqui valeram a pena. Depois do show explosivo, ainda prometem o lançamento do pri</span></span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">meiro disco em 2010.</span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-nevilton-5.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-866" title="GR nevilton (5)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-nevilton-5.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a>Nevilton</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-nevilton.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-867" title="GR nevilton" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-nevilton.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Nevilton</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">As apresentações do Espaço Mundo se encerraram com o show da banda </span></span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Ubella Preta</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">. Certamente, a mais inusitada dos dois dias do evento. </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Experimentalismo e uma certa dose</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> de psicodelia, surpreendendaram o público que assistiu a </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">apresentação. A banda levou o seu show</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> em </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">fluentes improvisações, dando </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">uma ótima impressão e abrindo alas para a última atração da noite, o </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Cabruêra</span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gr-ubela.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-868" title="gr ubela" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gr-ubela.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Ubella Preta</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Quase 3 horas da madrugada, </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><strong><span style="font-size: small;">Cabruêra </span></strong></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">entrou em campo, no palco da Antenor Navarro.</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> E ninguém arredou o pé de lá antes que a banda começasse o show. Quem assistiu a apresentação da banda certamente presenciou um dos seus shows mais inspirados dos últimos tempos. Público e banda totalmente integrados numa apresentação que encerrou as atividades do GRITO ROCK 2010.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-cabruera-3.jpg" rel="lightbox[857]"><img class="aligncenter size-full wp-image-869" title="GR cabruera (3)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GR-cabruera-3.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Cabruêra</p>
<p><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Sem sombra de dúvidas, o festival GRITO DO ROCK consolidou-se definitivamente como um dos melhores festivais de rock já vistos </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">em João </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Pessoa. </span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">Foram</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> vinte apresentações em apenas dois dias, sem contar os shows espalhados pelo Circuito das Praças. Um crescimento considerável de interesse e disposição de produtores, bandas e público. Todos eles envolvidos, tod</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">os eles integrados. E que este g</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">rito seja cada vez mais</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> ouvido nos próximos ano</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">s</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">:</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;"> g</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">rito de rock</span></span><span style="font-family: 'times new roman';"><span style="font-size: small;">, de explosão e ousadia, de energia e contestação.</span></span></p>
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		<title>Festival Grito Rock fez o Centro Histórico de João Pessoa tremer</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 23:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[centro histórico]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Juliana Bandeira, da redação do JORNALONORTE.COM.BR
*
Quatro dias de muito rock’n roll. Quem foi ao Centro Histórico de João Pessoa neste último final de semana pôde conferir o melhor da cena undergrond da cidade no maior festival integrado do mundo. O Grito Rock acontece simultaneamente em mais em cerca de 80 cidades do Brasil, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Juliana Bandeira, da redação do <strong><a href="http://jornalonorte.com/" target="_blank">JORNALONORTE.COM</a>.BR</strong></p>
<p><strong>*</strong></p>
<p>Quatro dias de muito rock’n roll. Quem foi ao Centro Histórico de João Pessoa neste último final de semana pôde conferir o melhor da cena undergrond da cidade no maior festival integrado do mundo. O Grito Rock acontece simultaneamente em mais em cerca de 80 cidades do Brasil, além de 4 cidades na Argentina, Bolívia e no Uruguai: Buenos Aires, Córdoba, Montevidéo e Santa Cruz de La Sierra. A capital paraibana não podia ficar de fora e organizou um evento com 20 bandas; duas delas de outros estados.</p>
<p>De acordo com a assessoria de imprensa do evento aproximadamente 1.500 pessoas estiveram no Centro Histórico, em cada noite da programação, um público bastante significante para a cena local.</p>
<p>Nos dois primeiros dias de festival, iniciado na última quarta-feira, dia 24, o público do Grito Rock pode conferir uma mostra de vídeos com documentários sobre a produção de outros importantes festivais no Nordeste. Com a idéia da divulgação do rock e do resgate da cultura underground na cidade de João Pessoa como principais motivações, o festival ainda realizou um debate com a presença de produtores e artista, aberto ao público em geral. A participação da secretária do Meio-Ambiente, Rossana Honorato, foi um dos destaques do debate já que proporcionou a discussão da realização de shows na Praça Antenor Navarro e em bares do Centro Histórico sem que signifique uma infração na lei, principalmente com relação à poluição sonora.</p>
<p>Desta discussão, surgiu a garantia da realização de um fórum público, no final de março, para debater a questão do zoneamento, que está diretamente relacionada à liberdade da produção cultural no Varadouro.</p>
<p>Ainda na quinta-feira, dia 25, bandas da programação do Grito Rock, como a paraibaníssima Cabruêra, se apresentaram no Ponto Cem Réis fazendo um esquenta do que estaria por vir.</p>
<p>Sexta-feira à noite a “brincadeira” começou pra valer no Centro Histórico. Dez bandas se revezaram em shows que faziam os palcos montados na Praça Antenor Navarro e no Espaço Mundo tremerem. Entre as atrações a banda cearense “A trigger to Forget.</p>
<p>Nesta mesma noite, bandas que estavam na programação do Grito Rock se apresentaram em algumas praças de Jampa, dentro do Projeto Circuito das Praças, em uma parceria com a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). Isso permitiu com que o festival pudesse levar o rock a outros públicos e em diversos bairros da cidade.</p>
<p>No sábado, dia 27, outras dez bandas “botaram pra descer” no Centro Histórico. E se você está pensando que a “pancada do som” ficou por conta da “macharada” se enganou. As meninas do Noskill e da banda Bárbara se garantiram geral.</p>
<p>Mesmo sendo a primeira participação em um festival como o Grito Rock o quarteto da Bárbara tocou com propriedade e mostrou que ainda vem muito por aí. Depois de três anos juntas, já se preparam para lançar seu primeiro EP.</p>
<p>“Tudo de ficar pronto em abril. Até lá divulgamos nosso som através de eventos como esse, fazendo shows, e principalmente pela internet”, informou a baixista Mynne da Rosa.</p>
<p>O convite para participar do festival foi muito bem recebido pelas meninas.  Elas encaram a oportunidade como sendo um passo a mais na divulgação do som e da banda, além de poderem trocar e aprender com as outras bandas. “Já tocamos fora da Paraíba, mas nunca em um festival como esse, onde o público é bem maior com gente realmente disposta a curtir e a conhecer nosso som. Além disso, conhecemos outras bandas e podemos interagir; fazer contato. Com certeza a interação é uma das vantagens em participar de um evento assim”, revelou a vocalista Carol Jordão.</p>
<p>Para quem ainda não ouviu o som da Bárbara e não está a fim de esperar até o lançamento do EP, basta acessar o <a href="http://www.myspace.com/bandabarbara" target="_blank">MySpace</a> das meninas. Com letras sérias ou irônicas, numa pegada ora mais leve ora mais pesada, o público pode esperar, segundo Mynne, um “rock da alma”.</p>
<p>Se para a Bárbara a interação foi um dos pontos positivos do Grito Rock, para o trio paranaense da <a href="http://www.myspace.com/nevilton" target="_blank">Nevilton</a>, a oportunidade de tocar a primeira vez em João Pessoa já faz do festival um marco.</p>
<p>“Já tocamos no circuito paulista, em Cuiabá, em Maringá, mas ainda não tínhamos divulgado nosso som no nordeste. Essa é uma oportunidade e tanto, até porque encontramos um evento bem estruturado que nos dá a chance de atingir um público bem maior”, explicou o vocalista Nevilton.</p>
<p>Para os paranaenses o rock sempre foi um ritmo marginalizado e os festivais são grandes responsáveis no resgate da cena e na ascensão das bandas. Questionado sobre a história de bandas do cenário underground, que acabaram ascendendo, e estourando nas rádios de todo Brasil, como CPM 22 e, mais recentemente, Fresno, o baixista Lobão é enfático.</p>
<p>“Quem critica os caras, chamando de vendidos e tal, não sabem o que os caras tiveram que ralar para chegar lá. Desde que você não comprometa sua obra, há a necessidade de vender e a banda tem que encontrar esse equilíbrio. Não critico e nem julgo os caras”.</p>
<p>Sobre o próprio som, o trio paranaense não sabe bem como defini-lo. “È rock’n roll, as vezes estranho, mas é rock’n roll”, disse Chapola, o bateirista. Ficou curioso pra conhecer? Acessa o MySpace dos caras e tire suas conclusões. Ou então espere até o próximo festival.</p>
<p>Para saber mais sobre o cenário undergronund em João Pessoa basta acessar o <a href="http://coletivomundo.com.br/" target="_blank">site do Coletivo Mundo</a>.</p>
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		<title>Sexta Feira no Grito Rock &#8211; Por Olga Costa</title>
		<link>http://coletivomundo.com.br/849/sexta-feira-no-grito-rock-por-olga-costa/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 22:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Morena</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[grito rock]]></category>
		<category><![CDATA[olga costa]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[sexta feira]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotos de Rafael Passos
Nos anos 70 era usado como terapia. Doutor Arthur Janov ficou famoso por isso. Os efeitos foram parar no Plastic Ono Band. O grito eliminava o estorvo e mostrava a necessidade de ser ouvido. Gritamos durante décadas e quase nunca fomos ouvidos. Quem quer ver o que tem aqui? E se ouve rock?



Ainda bem que isso mudou... Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos de Rafael Passos</p>
<p>Nos anos 70 era usado como terapia. Doutor Arthur Janov ficou famoso por isso. Os efeitos foram parar no Plastic Ono Band. O grito eliminava o estorvo e mostrava a necessidade de ser ouvido. Gritamos durante décadas e quase nunca fomos ouvidos. Quem quer ver o que tem aqui? E se ouve rock?</p>
<p><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/grito1-copy.jpg" rel="lightbox[849]"><img class="aligncenter size-full wp-image-850" title="grito1 copy" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/grito1-copy.jpg" alt="" width="500" height="495" /></a></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ainda bem que isso mudou..</span><span style="font-size: medium;">.</span> <span style="font-size: medium;">Um pouco.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">N</span><span style="font-size: medium;">ão quería</span><span style="font-size: medium;">mos a autoria da pedra que rola mundo</span><span style="font-size: medium;"> afora. Queríamos </span><span style="font-size: medium;">apenas nos divertir</span><span style="font-size: medium;">.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O tempo passou. Hoje graças a tantos gritos, traduzidos em a</span><span style="font-size: medium;">ções por outros tantos</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> temos em praça pública uma manifestação musical independente e cultural chamada GRITO ROCK. E graças também </span><span style="font-size: medium;">ao advento informático, </span><span style="font-size: medium;">espalha-se por diversas cidades do noss</span><span style="font-size: medium;">o</span><span style="font-size: medium;"> país e também fora dele.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Nunca </span><span style="font-size: medium;">imaginamos isso. Não mesmo. Era c</span><span style="font-size: medium;">oisa de </span><span style="font-size: medium;">filme </span><span style="font-size: medium;">sci-fi</span><span style="font-size: medium;"> umas três décadas atrás</span><span style="font-size: medium;">, quando dois mil e um</span><span style="font-size: medium;"> parecia uma data que jamais veríamos chegar.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Sex on the Beach</span><span style="font-size: medium;"> traduz um pouco dessa ficção ao fazer </span><span style="font-size: medium;">surf music numa cidade onde inexiste litoral. A banda</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> radicada na cidade </span><span style="font-size: medium;">de Campina Grande, </span><span style="font-size: medium;">tem na sua formação, </span><span style="font-size: medium;">dois guitarri</span><span style="font-size: medium;">s</span><span style="font-size: medium;">tas</span><span style="font-size: medium;">, ambos </span><span style="font-size: medium;">de Maceió e o canhoto baixista de Aracajú. Apenas o baterista</span><span style="font-size: medium;"> Ton</span><span style="font-size: medium;">n</span><span style="font-size: medium;">y</span><span style="font-size: medium;"> é da terra. Diego</span><span style="font-size: medium;"> (um dos guitarristas)</span><span style="font-size: medium;"> disse que a banda reflete os temp</span><span style="font-size: medium;">os atuais:</span><span style="font-size: medium;"> o cosmopolitismo </span><span style="font-size: medium;">em todos os lugares. Nossa ca</span><span style="font-size: medium;">sa é o universo. D</span><span style="font-size: medium;">epois de ta</span><span style="font-size: medium;">nto tempo, a grande rede que </span><span style="font-size: medium;">espalha por todo o planeta, quiçá fora dele também, </span><span style="font-size: medium;">inúmera</span><span style="font-size: medium;">s culturas</span> <span style="font-size: medium;">d</span><span style="font-size: medium;">e forma virtual, </span><span style="font-size: medium;">ainda</span><span style="font-size: medium;"> está</span><span style="font-size: medium;"> longe</span><span style="font-size: medium;">, muito longe</span><span style="font-size: medium;"> de ser o real</span><span style="font-size: medium;">.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Já previa</span><span style="font-size: medium;"> Lennon</span><span style="font-size: medium;"> que o mundo seria um só</span><span style="font-size: medium;">.</span><span style="font-size: medium;"> Ainda existem muitos sonhadores lá fora.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Apesar de ter ouvido apenas as duas músicas finais, a impressão foi arrebatadora: </span><span style="font-size: medium;">entrosada e despojada</span><span style="font-size: medium;"> foram</span><span style="font-size: medium;"> as primeiras palavra</span><span style="font-size: medium;">s</span><span style="font-size: medium;"> que surgiram entre as notas </span><span style="font-size: medium;">do </span><span style="font-size: medium;">mestre </span><span style="font-size: medium;">Dick Dale</span><span style="font-size: medium;"> (atualmente com 72 anos)</span><span style="font-size: medium;">. Na</span><span style="font-size: medium;"> última música – uma adaptação de um clássico grego chamado </span><span style="font-size: medium;">Misirlou, que quer dizer “garota egípcia”</span><span style="font-size: medium;">, a banda incorporou</span> <span style="font-size: medium;">outras canções tradicionais de nossa cultura</span><span style="font-size: medium;">. </span><span style="font-size: medium;">Misirlou se popularizou em cinco formas </span><span style="font-size: medium;">diferentes</span><span style="font-size: medium;"> de estilos musicais – era a grande rede tecendo seus primeiros pontos. Diz a lenda que a primeira vez que se tocou essa música foi em 1927. A versão, provavelmente a mais popular, que </span><span style="font-size: medium;">conheceríamos</span> <span style="font-size: medium;">depois, </span><span style="font-size: medium;">foi feita pelo Dick Dale em 1962. </span><span style="font-size: medium;">Sex</span> <span style="font-size: medium;">o</span><span style="font-size: medium;">n t</span><span style="font-size: medium;">he Beach tem um EP imperdível onde todas as músicas são</span> <em><span style="font-size: medium;">drinks</span></em><span style="font-size: medium;">, todos provados e aprovados</span><span style="font-size: medium;"> pela banda</span><span style="font-size: medium;">, além de</span><span style="font-size: medium;"> uma versão surpreendente de É</span><span style="font-size: medium;"> Proi</span><span style="font-size: medium;">bido Fumar</span><span style="font-size: medium;">.</span><span style="font-size: medium;"> Até o agosto, existe a promessa de um CD inteiro.</span><span style="font-size: medium;"> Para quem perdeu ou ainda não conhece, a banda voltará a tocar no Espaço Mundo dia 19 de março.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O grito saiu da praça e entrou para o mundo. O Espaço Mundo recebeu a segunda banda da noite com um publico entusiasmado com o s</span><span style="font-size: medium;">om pesado da Retaliação – </span><span style="font-size: medium;">que conta</span><span style="font-size: medium;"> com Guilherme Borges (Projeto50) na guitarra</span><span style="font-size: medium;">, uma importante</span><span style="font-size: medium;"> referência loca</span><span style="font-size: medium;">l para diversas bandas. A Retaliação </span><span style="font-size: medium;">tem dois vocalistas e segue</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> musicalmente</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> uma vertent</span><span style="font-size: medium;">e californiana que agrega bandas como Tool,</span><span style="font-size: medium;"> Rage Against The Machine</span><span style="font-size: medium;"> e Faith No More</span><span style="font-size: medium;">.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Seu Pereira e Coletivo 401 são músicos da Chico Cor</span><span style="font-size: medium;">rea &amp; Eletronic Band. </span><span style="font-size: medium;">Falcão</span><span style="font-size: medium;"> até</span><span style="font-size: medium;"> apresentou como Chico Correa e Coletivo 401</span><span style="font-size: medium;">. </span><span style="font-size: medium;">Após corrigir</span><span style="font-size: medium;"> o equivoco</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> o show </span><span style="font-size: medium;">segui</span><span style="font-size: medium;">u</span><span style="font-size: medium;"> com Victor</span><span style="font-size: medium;"> R</span><span style="font-size: medium;">ama</span><span style="font-size: medium;">lho</span><span style="font-size: medium;"> na bateria, Thiago “The Sílvias” no baixo e Esmeraldo na guitarra</span><span style="font-size: medium;">. O Coletivo percorre referências do passado/presente como Jorge Ben Jor e Gilberto Gil</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> ainda sob efeit</span><span style="font-size: medium;">o da ditadura em </span><span style="font-size: medium;">versos disfarçados em </span><span style="font-size: medium;">Refazenda. O grito do Coletivo</span><span style="font-size: medium;"> carrega um h</span><span style="font-size: medium;">omem-bomba: “</span><span style="font-size: medium;">que </span><span style="font-size: medium;">veio me abraçar/de repente meu corpo no chão/de repente meu corpo no céu/saudades de ti/saudades de Che, de Zappata e Antonio Conselheiro, todos de guerra</span><span style="font-size: medium;">s</span><span style="font-size: medium;">, </span><span style="font-size: medium;">todos </span><span style="font-size: medium;">juntos e embalados numa música só. Seu Pereira e Coletivo</span><span style="font-size: medium;"> 401 é do palco e do mundo</span><span style="font-size: medium;">.</span><span style="font-size: medium;"> Não poderíamos</span><span style="font-size: medium;"> esperar menos.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Novamente </span><span style="font-size: medium;">Espaço Mundo</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> e agora o grito volta </span><span style="font-size: medium;">aos anos 70, a</span><span style="font-size: medium;">os </span><span style="font-size: medium;">ingleses (Led Zeppelin, Deep Purple, </span><span style="font-size: medium;">Girlschool</span><span style="font-size: medium;">) e americanos (Jimi Hendrix,</span><span style="font-size: medium;"> Grand Funk Railroad, Runaways), </span><span style="font-size: medium;">e </span><span style="font-size: medium;">é </span><span style="font-size: medium;">proferido por um tr</span><span style="font-size: medium;">io feminino (originalmente)</span><span style="font-size: medium;">. R</span><span style="font-size: medium;">a</span><span style="font-size: medium;">yan Lins</span><span style="font-size: medium;"> (Nublado)</span><span style="font-size: medium;"> atua como baterista de apoio</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> enquanto alguma mulher</span><span style="font-size: medium;"> não se aventura</span><span style="font-size: medium;">r</span><span style="font-size: medium;"> a </span><span style="font-size: medium;">substituí-lo</span> <span style="font-size: medium;">n</span><span style="font-size: medium;">as baquetas. Aliás, uma tarefa árdua</span><span style="font-size: medium;">: R</span><span style="font-size: medium;">a</span><span style="font-size: medium;">yan está tão integrado</span><span style="font-size: medium;"> (apesar de</span><span style="font-size: medium;"> pouco tempo)</span><span style="font-size: medium;"> a Blue Sheep que a baterista seguinte terá que suar muito para chegar perto</span><span style="font-size: medium;"> do que ele faz</span><span style="font-size: medium;">.</span><span style="font-size: medium;"> Escolheram Foxy Lady e The Ocean (Hendrix e Zeppelin, respectivamente) para completar o ótimo repertório autoral</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> do qual, infelizmente, só foi lançado duas músicas em CD.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Lembro que aind</span><span style="font-size: medium;">a na desértica ilha lostiana, p</span><span style="font-size: medium;">o</span><span style="font-size: medium;">r</span><span style="font-size: medium;"> volta de 2006, li um</span><span style="font-size: medium;">a resenha</span><span style="font-size: medium;"> do Jesuíno André</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> para o Portal Rock Press</span><span style="font-size: medium;">,</span><span style="font-size: medium;"> onde ele apresentava a banda Gauche (pronuncia-se “goxe”). Lembro ainda de ter</span><span style="font-size: medium;"> ficado curiosa para conhecer a banda por conta das palavras ditas no texto. </span><span style="font-size: medium;">Gauche parecia perdida no palco da praça Antenor. Talvez </span><span style="font-size: medium;">a sonorização</span><span style="font-size: medium;"> tenha sido</span><span style="font-size: medium;"> o fator principal para a apresentação da Gauche</span><span style="font-size: medium;"> ficar</span> <span style="font-size: medium;">comprometida</span><span style="font-size: medium;">. Alguns</span><span style="font-size: medium;"> músicos</span><span style="font-size: medium;"> foram uníssonos em dizer que o som de palco </span><span style="font-size: medium;">estava ruim. Como nunca tinha visto nenhuma apresentação</span><span style="font-size: medium;"> anterior d</span><span style="font-size: medium;">eles, prefiro apagar</span><span style="font-size: medium;"> esse momento e aguardar o próximo.</span><span style="font-size: medium;"> Espero que o grito do Gauche possa ser ouvido depois.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Nos intervalos fiz algumas</span><span style="font-size: medium;"> aquisições providenciais na banca de CDs e afins</span><span style="font-size: medium;">, comandada por Béa e Eveline</span><span style="font-size: medium;">.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A noite ainda continuou com outras apresentações que não foram registradas por esses ouvidos. Ao Grito Rock só resta dizer: Longa vida ao Grito!</span><span style="font-size: medium;"> E l</span><span style="font-size: medium;">onga vida ao rock</span><span style="font-size: medium;">, é claro</span><span style="font-size: medium;">!</span></p>
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		<title>Grito do Rock com diversidade e autonomia &#8211; SEXTA</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 14:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rayan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[Palavras por Bruno Guimarães &#124; Imagens por Rafael Passos
Cerva Grátis (PB)
Grito do Rock, João Pessoa. Quem compareceu à Praça Antenor Navarro na sexta-feira (26) pode presenciar um evento da cada vez mais efervescente e diversificada cena de rock em João Pessoa. Uma cena em que não apenas as bandas protagonizam, mas também o público. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras por Bruno Guimarães | Imagens por Rafael Passos</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cerva.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-834" title="cerva" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cerva.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Cerva Grátis (PB)</p>
<p>Grito do Rock, João Pessoa. Quem compareceu à Praça Antenor Navarro na sexta-feira (26) pode presenciar um evento da cada vez mais efervescente e diversificada cena de rock em João Pessoa. Uma cena em que não apenas as bandas protagonizam, mas também o público. E este compareceu em ótimo número ao local e viu um pouco do que João Pessoa, Campina Grande e Fortaleza têm de melhor. Público interessado e disposto a enfrentar uma maratona de shows com 10 bandas, divididas em palcos distintos, na Praça Antenor Navarro e dentro do Espaço Mundo.</p>
<p>Em 2010, o Grito do Rock- João Pessoa, cresceu e se solidificou. Buscou apoios, e fez ecoar o seu “grito” em patamares inéditos. Contando com variadas parcerias, dentre elas a Funjope, o Coletivo Farol e Natora, A parceria com a Funjope permitiu que o evento não estivesse restrito apenas a um local de shows. Nem somente a um palco. O Grito do Rock, este ano, está integrado à programação do Circuito Cultural das Praças de João Pessoa. Haverá, portanto, gritos aqui e acolá. Gritos de quinta-feira no Ponto de Cem Réis, com as bandas Cabruêra e Reis da Cocada Preta. Gritos desta sexta, com o primeiro dia de shows na Praça Antenor Navarro e no Espaço Mundo. E gritos de sábado, nestes mesmos locais, e em Mangabeira, Bancários, Bessa, Funcionários I e II e Alto do Matheus, integrando o Circuito das Praças.</p>
<p>A noite de sexta-feira ficou marcada pelo ressurgimento de um antigo palco de eventos da cidade: A Praça Antenor Navarro. Há pouco tempo atrás, era ali que aconteciam os principais eventos da cidade: São João, Carnaval, festivais organizados pela Prefeitura, e tantos outros. Após a reforma do Ponto dos Cem Réis, com uma área consideravelmente maior, boa parte dos eventos, antes organizados na Antenor Navarro, migrou para lá. Mas antes que esta praça, com seus simpáticos e multicoloridos casarões pudesse ser esquecida pela população local, o Grito do Rock e o Espaço Mundo a resgataram, provando que ainda pode receber e – comportar- eventos de médio a pequeno porte.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sex_on_the_beach.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-841" title="sex_on_the_beach" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sex_on_the_beach.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Sex On The Beach (PB)</p>
<p>O evento começou pouco depois das 19 horas, no Espaço Mundo. E quem ficou responsável por abrir a série de shows no local foi a campinense <strong>Sex on The Beach</strong>. Vinda das “praias” de Campina Grande o grupo, instrumental, executou o bom e velho surf music na noite quente de João Pessoa. Mostrando apuro instrumental, a banda agradou ao público que começava a se formar no Centro Histórico. Em seguida, no mesmo palco, foi a vez da sempre competente <strong>Retaliação</strong>, esbanjando fúria e contestação, com um rock predominantemente engajado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/retaliação.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-838" title="retaliação" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/retaliação.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Retaliação (PB)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu_pereira.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-840" title="seu_pereira" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu_pereira.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Seu Pereira e Coletivo 401 (PB)</p>
<p><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu_pereira-1.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-839" title="seu_pereira (1)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/seu_pereira-1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A partir das 21 horas, iniciaram-se os shows do lado de fora, na Praça Antenor Navarro. E quem começou a mostrar seu trabalho foi <strong>Seu Pereira e Coletivo 401</strong>. Formada por músicos competentes e tarimbados da cidade (todos eles fazem parte da prestigiada Chico Correa &amp; Eletronic Band, e de outros projetos), a banda apresentou um repertório afiadíssimo, com apuro pop, associado a ritmos regionais e ao bom groove do funk.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blue_sheep.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-832" title="blue_sheep" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/blue_sheep.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a>Blue Sheep (PB)</p>
<p>Novamente no palco do Espaço Mundo, foi a vez da banda <strong>Blue Sheep</strong>. Um autêntico Power trio, antes totalmente feminino, mas hoje contando com a participação de Rayan, da banda Nublado, a banda mostrou um repertório com alguns clássicos do rock e do hard blues e músicas autorais. A confiança e atitude da banda – mesmo sendo formada, principalmente, por jovens garotas com pouco tempo de estrada- emprestam um charme indefectível ao grupo, com material novo recém lançado (e alvo de muitos elogios).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gauche.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-836" title="gauche" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/gauche.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Gauche (PB)</p>
<p>Quem também está com EP novo no mercado é o <strong>Gauche</strong>, a segunda atração da noite no palco da Antenor Navarro. Mostrando um som que passeia pelo folk rock e a psicodelia dos anos 60, e o brit pop dos anos 90, o grupo é uma das mostras da diversidade de sons e de estilos que tem tomado conta da cena de rock de João Pessoa nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/afetamina.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-830" title="afetamina" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/afetamina.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Afetamina (PB)</p>
<p>Em seguida, entra no palco do Espaço Mundo <strong>Afetamina</strong>. Letras recheadas de humor sarcástico, com um som de garagem, pesado, e incansavelmente punk. Já no palco da Antenor Navarro, a <strong>Cerva Grátis</strong> não deixou o clima esmorecer. Rock beberrão, como eles mesmo se auto-definem, mas cada vez mais competente e bem produzida, a banda encarna o bom espírito do rock despojado (mas não despretensioso).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cerva-1.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-833" title="cerva (1)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/cerva-1.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a>Cerva Grátis (PB)</p>
<p>Para encerrar os trabalhos no palco do Espaço Mundo, apresentou-se a banda <strong>Post Morten</strong>, de Campina Grande. O nome, pesado e sombrio, reflete naturalmente as suas referências- que vão do Death ao Thrash Metal. A banda tem cinco anos de existência e experiência para dar e vender, tendo participado de inúmeros festivais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_morten.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-837" title="post_morten" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/post_morten.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Post Morten (PB)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/soturnus.jpg" rel="lightbox[829]"><img class="aligncenter size-full wp-image-843" title="soturnus" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/soturnus.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a>Soturnus (PB)</p>
<p>No encerramento da noite, ainda na atmosfera do Metal, apresentaram-se respectivamente <strong>Soturnus</strong> e <strong>A Trigger to Forget</strong>. A primeira, com 10 anos de estrada, com uma afiada sonoridade e com um ótimo registro fonográfico para mostrar &#8211; o CD “When Flesh Becomes Spirit”, de 2006. A cearense A Trigger to Forget foi a última a entrar no palco, mostrando o seu repertório avalizado em uma turnê pelo Nordeste, além de outros eventos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/trigger-1.jpg" rel="lightbox[829]"><img title="trigger (1)" src="http://coletivomundo.com.br/wp-content/uploads/2010/03/trigger-1.jpg" alt="" width="500" height="333" /><br />
</a>A Trigger to Forget (CE)</p>
<p>Madrugada de sábado adentro, a primeira noite do Grito do Rock se encerrou. Com ótimo público e atrações que apresentaram diversidades para variados gostos, o evento deixou uma ótima impressão e uma boa expectativa para os shows de sábado, que acontecerão novamente na Antenor Navarro, e no Espaço Mundo, a partir das 19 horas.</p>
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