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Primeiro dia de maratona de shows do Festival Mundo leva mais de 10 bandas ao Espaço Cultural

Por Renata Escarião em 11 de December de 2011

Cobertura: Eddie Nunes, Jéssica Figueiredo, Laysa Santos, Mayra Medeiros

Edição: Renata Escarião

Fotos: Rafael Passos

 

 

O primeiro dia do final de semana da maratona de shows do Festival Mundo levou nesse sábado (10) mais de 10 bandas aos palcos do Espaço Cultural. A programação contou também com mostra audiovisual, apresentação de artes cênicas, ilha hacker, feira multicultural, área para grafitagem e esportes radicais.

 

Muita música independente foi apresentada aos cosmonautas que conferiram a primeira noite de shows do Festival Mundo 2011, ao tempo em que o grafiteiro Giga Brow e o designer Thiago Marques coloriram painéis na Praça do Povo e o grupo NECCO arrancou gargalhadas com o espetáculo Clown Bar.

 

Clown Bar

 

A Praça Mundo ganhou irreverência na abertura da programação de sábado do Festival Mundo 2011. O espetáculo Clown Bar, do Núcleo de Estudo e Experimentação do Cômico (NEECO – UFPB), trouxe a comicidade para quem transita pelo Espaço Cultural. Para Nyka Barros, integrante do NECCO, essa edição de 2011 “está fantástica, pois está fazendo com que a galera dos ‘guetos’ esteja se integrando. Digo os guetos, pois existe essa diferenciação entre cada segmento das artes – o gueto do teatro, da dança, da música”.

 

BRASIS

 

A Banda Brasis, grupo paraibano que mistura ritmos brasileiros e populares, subiu ao palco para abrir a tarde de sábado do Festival Mundo 2011 com muita instiga. Com a mistura de músicas e poesias, a Brasis sacolejou o público. “Na Paraíba tem muita coisa surgindo, e para as bandas independentes serem vistas é preciso que se tenha apoio. São muitas bandas se apresentando por aqui, nessa noite, mas, nesse meio tempo dá para mostrar o nosso trabalho para quem ainda não nos conhece”, comenta Rafa Araújo, cantor e compositor da Brasis.

 

 

CHICO LIMEIRA

 

 O Festival inova ao fazer mais que rock e levar ao Palco Saturno o bom samba com o cantor e compositor Chico Limeira. Natural de João Pessoa, o cantor apresentou toda a malemolência junto com sua banda e diz que ser o diferencial da noite é de um privilégio enorme. É uma mistura que tem que existir e representar a Paraíba na forma do samba é muito prazeroso, visto que, ele chega para mostrar o que tem no sangue: o samba de raiz. 

 

MONSTRO

 

Num palco com iluminação escura, de cor preta e vermelha, a banda Monstro começou o terceiro show do Festival Mundo 2011. Apresentando um instrumental bonito e sincopado, Monstro fez um show coeso proporcionando ao público uma sensação harmoniosa, de êxtase total. Mesmo que deixando à mostra suas influências de bandas como Mars Volta, Queens of The Stone Age e Tame Impala, a banda transcende e cria um som original e bem preparado que chamou atenção de muitos na plateia, impressionadndo com a propagação de tantos elementos, distorções, microfonias e psicodelismos bem dispostos em cada música que formou o repertório do show.

 

NUDA

 

Vocais hora gritados, hora cadentes, guitarras vibrantes e baterias enérgicas sintetizaram a apresentação da banda Nuda, a quarta da noite . Apresentando faixas do novo disco “AMARÉNENHUMA”, a banda carrega um som intenso e vigoroso. E se as músicas já tinham presença no disco, lançado em abril deste ano, elas só ganharam ainda mais corpo e dimensão quando executadas ao vivo. Marcando presença no Festival Mundo 2011 pela primeira vez, o quarteto de Recife fez um show intenso, agradecendo sempre o convite ao festival e prometendo voltar à cidade mais vezes.  

 

PLANANT

 

Som sem amarras. Sem rótulos ou padrões, mas que ainda lembram belas canções pops do começo dos anos 2000. Deixando as influências um pouco de lado e se aprimorando num som próprio, os potiguaras da banda Planant fizeram uma apresentação intensa e redonda, atraindo boa parte do publico do festival para a “beirada” do palco.  Tocando  inéditas, a banda aproveitou a vinda – pela primeira vez – ao Festival Mundo para mostrar as músicas do novo EP auto-intitulado, lançado recentemente. 

DALVA SUADA

 

A Banda Dalva Suada trouxe novas composições , fez um show eletrizante e deixou boas energias para quem curtia a noite. Daniel Jesi, baixista da Dalva, falou sobre o lançamento do segundo EP da banda e dos projetos ligados ao mesmo; comentou ainda sobre a importância de ter tocado no Espaço Cultural, que era um dos sonhos da banda. “O Dalva bebe do Grunge, do Hard Rock, do Garage. Resumindo: barulho. Aliado a experimentação, jam sessions, a mistura com outras influências como ritmos nordestinos sem tornar o som caricato”, destacou o baixista.

 

PLÁSTICO LUNAR

 

Uma banda que já “beijou o blues e abraçou o progressivo” poderia ainda carregar estes estilos tão marcantes como influencias. Porém, os sergipanos da Plástico Lunar deixam de lado um pouco desse rótulo e passam a apostar num rock’n’roll cru e instigante, sem medo de pesar a mão em baterias galopantes e guitarras fervorosas – mas que ainda usa de tecladinhos  que dão um “quê” a mais a várias canções.  Pela primeira vez no Festival Mundo 2011, a banda fez um show redondo e bonito.

 

CÉREBRO ELETRÔNICO

 

O ano de 2011 foi de grandes conquistas e celebrações para os paulistanos da Cérebro Eletrônico. Lançando o mais novo disco “Deus E o Diabo no Liquidificador”, a banda rodou o Brasil durante todo o ano e chegou a João Pessoa pela primeira vez para tocar logo no Festival Mundo 2011. A honra foi grande, agradecida tanto pelo vocalista Tatá Aeroplano quanto pela comportada, porém bonita apresentação da banda. Contando com um repertório variado, mas sem fugir do tracklist do novo CD, Cérebro Eletrônico animou a plateia que dançou e viajou com músicas como “Decência” e “O Fabuloso Destino do Chapeleiro Louco”.

 

ZÉ CAFOFINHO

 

Zé Cafofinho garantiu com desenvoltura pelo segundo ano consecutivo um final de noite cheio de gingado. Cafofinho confessa que mesmo sendo da vizinhança, é difícil aparecer pelas bandas de cá e por isso é sempre de um enorme prazer se apresentar para um público tão querido e que calorosamente o recebe de braços abertos. Zé Cafofinho aterrissou acalorando a Praça Mundo com o show tão esperado pelos cosmonautas e confessou sua vontade de gravar uma música com o paraibano Chico César.

 

Por determinação da Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) sob a alegação de que a programação do Festival só poderia acontecer até às 23h, o show da banda Macaco Bong foi cancelado. Na segunda-feira (12) a organização do Festival se pronunciará oficialmente sobre o ocorrido. Neste domingo os shows continuam como o programado.  

 

Feira Multicultural

 

Os principais dias de shows do Festival Mundo começaram neste sábado (10) com a estrutura do Espaço Cultural  toda pontinha e funcionando para atender o público. Um dos espaços bem visitados é a Feira Multicultural, área destinada aos empreendimentos culturais locais. Agentes do mercado cultural estão expondo em stands, nos principais dias do evento, mostrando seus produtos, divulgando e aquecendo o mercado da produção cultural.

 

Estão participando desta edição o Mundo Discos (CDs, camisas, botons), Palco Nacional (programa de TV online), Música Urbana e Música.com (lojas de discos), Imaginária (cooperativa cultural), Cachaçaria Philipéia, Musicultura (casa de shows), Artesanato Paraibano, Delícia (lanchonete) e Dona Maria (lanchonete).

Apresentações experimentais abrem o segundo dia de shows do Festival Mundo 2011

Por Renata Escarião em 11 de December de 2011

Por Mayra Medeiros

                               Matinais no Planetário/ Foto Rafael Passos

Cometas, estrelas cadentes, planetas e música experimental. É assim que começa o segundo dia de show do Festival Mundo, dentro do Planetário do Espaço Cultural, neste sábado 10/12. Para começar, as 16h30, os músicos Mônica Cury (harpa), Vinícius de Lucena (violão), Lucyane Alves (sanfona), Edd Evangelista (tenor) e Valério Fiel da Costa (eletrônica ao vivo) adentraram ao planetário para mostrar ao público a peça musical batizada "Matinais". 

Segundo Valério Fiel, que compôs a peça, regeu e operou a mesa durante a apresentação, a ideia principal foi desenvolver uma peça para ser tocada em um nascer de sol. Portanto, nada mais propício fazer isto num ambiente como o Planetário. Para o tenor Edd Evangelista, o que mais se destaca deste projeto é a proposta inovadora, na qual quatro solistas, "que tem que estar conectados", tocam módulos fragmentados, que estão fragmentados e ao mesmo tempo alinhados com uma proposta centra. "Nunca toquei nada parecido", afirma o tenor.

Após o Matinais, foi a vez do projeto Glue Trip se apresentar. Formado pelos guitarristas paraibanos Lucas Moura, da Banda Monstro e Felipe Augusto, da Dalva Suada – duas bandas que também se apresentam nesta noite de sábado – o som desta segunda sessão apresentou uma proposta bem mais psicodélica e "viajosa". Repleto de riffs, pedais, efeitos eletrônicos, com direito a batuques e intervenções vocais em meio a tudo isso, o cenário repleto de astros em movimento e planetas girando, fez com que cada indivíduo presente tivesse sua própria viagem ao ouvir este som experimental.

Um dos detalhes que também marcou a da apresentação ficou por conta da ilusão causada pela iluminação levemente projetada em cima dos guitarristas, dando a impressão que enquanto o público estava literlmente na lua, um dos guitarristas estava no espaço, mexendo nos seus pedais lunáticos.

Mais de 20 bandas sobem aos palcos do Espaço Cultural este final de semana nos principais dias do Festival Mundo 2011

Por hansponto em 09 de December de 2011

Festival conta ainda com apresentações de artes cênicas, mostra audiovisual, feira multicultural, ilha hacker e área para esportes radicais

 

Depois de uma abertura que levou mais de 1.500 ao Espaço Cultural no último dia 02 e uma semana movimentada com oficinas, debates e mostra audiovisual, o Festival Mundo 2011 chega aos dois principais dias onde mais de 20 bandas – entre locais e de outros estados – se revezam nos palcos do Espaço Cultural acompanhadas de apresentações de artes cênicas, mostra audiovisual, feira multicultural, ilha hacker e área para esportes radicais, numa programação que vai das 16h à 00h00.

 

 

            Neste sábado (10) a programação será aberta às 16h com apresentações no Planetário do projeto ‘Matinais’ com Monica Cury, Lucyane Alves, Edd Evangelista, Vinícius de Lucena e Valério Fiel. No mesmo local, em seguida se apresenta o Glue Trip, projeto de Lucas Moura com o guitarrista Felipe Augusto a procura de uma sonoridade analógica lo-fi.

 

Enquanto isso, das 16h às 17h30, no Cine Espaço Digital acontece a Mostra DF5, uma plataforma de distribuição online do Clube de Cinema Fora do Eixo, com curtas, médias e longas metragens de diversos gêneros.

Às 17h, na Praça do Povo, o Grupo Núcleo de Experimentação e Estudos do Cômico (NECCO/UFPB) apresenta o espetáculo Clow-Bar, enquanto no palco principal os shows começam. Fazem show no sábado Brasis, Chico Limeira, Monstro, Nuda (PE), Planant (RN), Dalva Suada, Plástico Lunar (SE), Cérebro Eletrônico (SP),  Zé Cafofinho (PE) e Macaco Bong (MT).

 

No domingo (11) a tarde começa logo com shows nos palcos principais às 16h com Warcursed, Thyresis, Rotten Flies, Zefirina Bomba, Malefactor (BA), Vivendo do ócio (BA), Autoramas (RJ), Baiana System (BA) e Kamau (SP).

Nos intervalos dos shows se apresentam, às 19h, a Acena Dança com o espetáculo ‘Ponto de Vista’ e às 20h aParalelo Cia de Dança com o Experimento ‘Pina’. Das 19h às 20 também acontece a Mostra DF5 no Cine Espaço Digital. No planetário quem se apresenta às 19h é ‘O Melhor Amigo do Homem’, projeto de Felipe Spencer, Thiago Sombra e Victor Ramalho, e às 20h ‘Monotone’, de Chico Correa.

 

Mais da programação

 

O Festival conta também com a Ilha hacker, um espaço de Ocupação Digital. O hackspace terá apresentações de conteúdo audiovisual de formação, realização de debates, desenvolvimento de aplicações focadas em transparência pública aplicadas ao âmbito cultural, pequenas travessuras através da internet local, instalação permanente de sistemas GNU/Linux com diversas distribuições disponíveis e pessoas prontas para dar assistência no processo de migração, etc.

Também conta com a Feira Cultural, um espaço destinado aos empreendimentos culturais locais. Lojas de discos, moda, quadrinhos, cinema, coletivos culturais e agentes do mercado cultural expostos em stands, nos principais dias do evento, mostram seus produtos, divulgam e aquecem o mercado da produção cultural.

Considerando que a cultura vai além do campo das artes, o Festival Mundo 2011 incorpora os esportes radicaiscomo legítima manifestação da cultura jovem. O evento vai contar com uma área de cerca de 600 metros quadrados com obstáculos que será reservada para a prática de esportes radicais como bike, skate e patins e performances de esportistas convidados.

Lembrando também que até dia 15 de dezembro permanece aberta a exposição de artes visuais do Festival, na Galeria Archidy Picado.

 

A 7ª edição do Festival Mundo é uma realização do Coletivo Mundo e Circuito Fora do Eixo, com Co-realização da Secretaria de Cultural do Estado (Secult), Fundação Espaço Cultural (Funesc) e Governo do Estado da Paraíba. Conta com o apoio do Fundo Municipal de Cultura (FMC), da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Sebrae, Skol, ANID, SODA, Sedes, e Imaginária. Tem ainda apoio cultural de Joana Darc, Impresso Studio Gráfico, Tintin Cineclube/ ABD-PB, Antares, Sejer, 3efe, Mix FM/Portal Correio, Handful Network e JR Óptica. O Festival é filiado a Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin).

 

INGRESSOS PARA OS DIAS 10 E 11 DE DEZEMBRO

Ingresso Estudante*: Antecipado (até 9/dez): R$25,00 os 2 dias | R$15,00 cada dia

Ingressos estudante* na hora: R$35,00 os 2 dias | R$20,00 cada dia

Ingresso social: R$20,00 + 1kg de alimento (cada dia) – entregue na bilheteria do evento.

*Apresentação obrigatória da carteira de estudante

 

PONTOS DE VENDA:

 

Espaço Mundo (Varadouro), Música Urbana (centro), Furtacor (Shoppings Sul, Tambiá e Mag)

 

Mais informações no site: www.festivalmundo.com.br

No facebook:  www.facebook.com/festivalmundo

No twitter: @festivalmundo

Confira o que tá rolando nas mostras audiovisuais do Festival Mundo 2011

Por Renata Escarião em 08 de December de 2011

Desde o inicio da semana oficinas, debates e a mostra audiovisual estão movimentando o Espaço Cultural na 7ª edição do Festival Mundo 2011. Tudo com entrada gratuita.

Nesta quinta (08) e sexta-feira (09) ainda dá para conferir a Mostra CineEsquemaNovo  - Mostra Itinerante do festival sediado no Rio Grande do Sul e considerado um dos mais importantes festivais de cinema independente no Brasil –  que está acontecendo desde segunda-feira, às 19h30, no Cine Espaço Digital. Sem falar que no sábado (10) e domingo (11), principais dias do Festival, também acontece a Mostra DF5, uma plataforma de distribuição online do Clube de Cinema Fora do Eixo.

 

 

Confira a programação:

 

MOSTRA CINESQUEMANOVO – QUINTA (08) E SEXTA (09)

 

Quinta-feira (08) – 19H30

O Sarcófago, de Daniel Lisboa [20’, 2010, BA] Um homem e sua peleja contra o inevitável processo de corrosão da carne e a tentativa de dominá-lo, retardá-lo, ignorá-lo.

Sexta-feira (09) – 19h30

Raimundo dos Queijos, de Victor Furtado [16’, 2011, CE] Um oásis de gente nesse lugar revela outro lado da vida na cidade.

Permanências, de Ricardo Alves Jr. [34’, 2010, MG] Do lado de dentro o ar é mais denso.

 Baptista Virou Máquina, de Carlos Dowling [42’, 2010, PB] Futuro pós-industrial, a cidade deserta, BAPTISTA trabalha solitário incessantemente numa oficina de soldas.
 

MOSTRA DF5 – SÁBADO (10) E DOMINGO (11)

 

Programa 1 – 10.12 | sábado | 16h

 

O Assassino do Bem, de Hiro Ishikawa e Thiago Pedroso [14’, 2010, SP]

Se ele te matou, é porque você é chato.

 

Cinema Platônico, de Barbara Kahane [15’, 2004, RJ]

São Sebastião do Rio de Janeiro, São Sebastião do Rio de Teresa! Tereza espera e insiste, espera e insiste…

 

DeepWater, de Clara Mancuso  e Guilherme Garcia [8’, 2010, SP]

A história de uma mulher tentando superar a si própria em duas dimensões paralelas.

 

Homem Cone, de Felipe Garcia [7’ 2010, SP]

Um dia de cone.

 

Cercado, de Felipe Carreli [14’ 2009, SP]
Economia, desenvolvimento, avanço das fronteiras agrícolas. Um bioma, o cerrado, cercado. A busca por uma alternativa através da sensibilização de um novo olhar. Um olhar cercado de beleza.

 

Sorria, Você Está Sendo Filmado, de Eduardo Santos [3’, 2005, MG]

Uma sacola de frutas. Uma maleta. Um dia comum numa cidade grande. Mas cuidado! Você pode estar sendo filmado.

 

257 m², de Marco Rudolf e Thaís Dahas [20’, 2007, CE]
O espaço das não-palavras que habitam um outro tempo, um outro ser. Uma realidade de luz e de sombras que contam histórias de um passado menos iluminado.

 

Tijolo, de Frederico Cardoso [10’, 2004, RJ]

Quando criança, Zezé queria ser astronauta.

 

Programa 2 – 11.12 | domingo | 19h

 

À la Carte, de Rafael Frazão [15’ 2007, SP]

Um mergulho nas epifanias de um homem à beira da mudança. Um embate com o contexto em que a tecnologia explode em seu caráter libertário. Os desejos se materializam ao alcance de um click, as possibilidades são infinitas. E todas as escolhas que giram em torno da moral, já não são mais as mesmas.

 

Verão, de Hiro Ishigawa e Thiago Pedroso [9’, 2010, SP]

Um dia de sol, um dia de chuva.

 

Janela do Madeira, de Felipe Carreli [13’, 2009, AM]

Algumas pessoas olham a vida passar. Outras passam pela vida sem ver. O cotidiano de Nova Olinda do Norte.

 

As Cores da Cana, de Leonardo de Moraes [6’, 2008, SP]

Um executivo termina seu árduo dia de trabalho e relaxa num boteco nas proximidades. Ele só não sabe o que vai encontrar lá…

 

Sardinhas em Lata, de Keila Serruya [4’, 2010, AM]

O povo de Manaus anda imprensado, apertado e só vive atrasado quando utiliza o transporte público.

 

Essa Desceu Fácil, de Verônica Veridiano [6’, 2004, RJ]

Quando cai mal não tem jeito, desce fácil.
 

A Festa de São Benedito, de Carlos Magalhães [8’, 2010, SP]

A força e a fé da Cultura do Congado.

 

O Cheiro, de Gabriel Ruiz [9’, 2009, SP]

Um plano real: cozinha, preparando carne para o seu almoço. Um plano imaginário: se passa em um bar, um restaurante e um quarto.

 

Brô MC’s, de direção coletiva [9’, 2010, MS]

Documentário com rappers indígenas realizado nas aldeias Jaguaripu e Bororô, em Dourados/MS. 

 

Histórias de Concreto, de Célia Harumi Seki [13’, 2010, SP]

Cidade grande, barulho, fragmentação. Um homem acorda e se depara com os motivos de sua doença, sua descrença nas pessoas e em si mesmo.

 

 

 

 

Drops Festival Mundo com Projeto Novos Compositores amanhã(08) no Espaço Mundo

Por hansponto em 07 de December de 2011

A proposta é a formação de um público cativo, com o intuito de reverenciar e movimentar parte da cena musical de João Pessoa. O projeto Novos Compositores, idealizado por Toni Silva e Matheus Andrade, visa criar ambientes de acesso e divulgação de canções inéditas. Serão apresentadas músicas dos compositores Toni Silva, Nido Fernandes, Rinah Souto, Roberta Amaral, Chico Limeira, Dennis Bulhões e Matheus Andrade. Entre as composições existem músicas apenas instrumentais e também convencionais com letras autorais.

Baixo: Matheus Andrade

Violão: Toni Silva

Guitarra: Nido Fernandes

Bateria: Dennis Bulhões

Voz: Rinah