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Entrevista com Velho de Câncer

quarta-feira, fevereiro 17th, 2010

Na SEXTA FEIRA (19) o Coletivo ??O Farol? trará para João Pessoa a banda gaúcha Velho de Cânce, uma DAS grande banda do movimento punk. Pra aquecer a noite, ainda vai ter show da Mobiê e Mahatma Gangue (RN).

Abaixo tem um entrevista bastante interessante e explicativa que o Zé Ulisses deu para a revista + Soma.
A gênese de um Velho de Câncer

Por Arthur Dantas. Foto: Daigo Oliva

De antemão, um aviso: se você nunca sentiu ??raiva espiritual?, é desaconselhável continuar a leitura. Dito isso, comecemos. Existem assuntos que cabem melhor no campo da mitologia, do folclore. O Velho de Câncer, formado em 2006, melhor banda brasileira de hardcore do século XXI, é um deles. Assim como Emicida, outro talento de um gênero igualmente nevrálgico, no caso de Zé Ulisses ?? guitarrista exímio, cronista dileto da sarjeta e da desesperança e vocalista de timbre rasgado e decidido ??, o imaginário construído ao redor de si mesmo importa mais do que a averiguação concreta dos fatos, da mesma forma como ninguém se importou por muito tempo com o passado construído por Joe Strummer. Narradores de suas próprias vidas, esse tipo de músicos dão eles mesmos a dimensão de quão pertinente é a performance de seus discursos.

Sair para farrear com Zé Ulisses é fundamental para entendê-lo: em voo rasante por ruas e bares obscuros da boemia porto-alegrense, o jovem punk rocker de 25 anos concentra as atenções de conhecidos e incautos; bebe e fala em doses/volumes graúdos; tem acessos de ternura para com os seus ao mesmo tempo em que pragueja contra o mundo; tempera seu conhecimento de mundo típico de estudante de História com discursos niilistas contra tudo e todos; reconta a vida de seus pares com um esmero que dá às situações mais impossíveis verdade e profundidade; chama a atenção pelo aspecto corpulento e marcado por tatuagens horrendas (??Porra, sabe qual meu apelido? Porta de banheiro ?? meus alunos falam que eu sou grande e todo riscado?). Tudo nele é hiperbólico e parece empurrá-lo adiante numa espiral que junta rancor, desesperança e um tanto de reflexão. A seguir, com raras intervenções, o que se tem é a teogonia de Zé Ulisses, contada por um dos velhos de câncer típicos de certa classe média urbana que subverteu apatia e alienação em algo muito superior: música sincera e inspirada.

Conta aquela história do seu irmão mais velho, primeiro desajustado, depois crente…

Pô, cara, meu irmão sempre foi um cara totalmente perdido. Desde que minha mãe morreu, ele ficou malucão, começou a usar droga e o escambau. Ele foi tudo: clubber, skin, rockabilly, regueiro, do hip-hop. Daí um dia tava muito louco e acabou parando numa igreja, onde tá até agora. Só que a parada foi maluquélvis. Meu irmão é daquelas pessoas que são conhecidas pelo nome na Cidade Baixa (bairro boêmio da capital gaúcha), de treta e o caralho-a-quatro. Faz três anos isso, mas rolou muita treta. Pra ter noção, até eu tô lendo a Bíblia ?? mas fique tranquilo, é pra sacar o barato. A esposa dele morreu há duas semanas, minha melhor amiga, e adivinha de quê? C?NCER! Daí vi que quem tava com ele nessa parada era nego com Bíblia na mão e amizade no coração. Os anarcorockers, revolta mamãe-com-Nescau, que eram os caras que colavam com ele, no máximo foram ao velório, e de má vontade. Hoje meus amigos são na maioria crentes, mas, pô: quero dar risada e andar com gente que não bate nas costas e depois te passa o rapa na esquina.


E aquilo de ser o gordinho bobo da escola etc?

Eu moro do lado da minha antiga escola de primeiro grau. Eu era gordinho, é aquele lance: pai durão, sem mãe e irmão doidão. Então era um saco, só que eu era um pouco grande pra minha idade. Dai a única coisa que me deixava feliz era ouvir Misfits no walkman. E, se os moleques na escola eram playboys, eu ia ser punk. Mas na minha escola ocorreu o oposto de filme de sessão da tarde: uma vez foram ??porrar? um colega meu, viadinho, e eu fiquei puto, soquei uns moleques e enfiei a cabeça de um deles na privada. Daí os nerds da escola acharam foda, e a gente criou uma gangue de gente torta e zoada.

Você tocou em outras bandas. O que te levou ao Velho de Câncer?

Tinha acabado de chegar de Curitiba, onde morei um tempo, passava desgosto, boa parte por rolos com amigos e garotas. O que ligava tudo isso era o fato de que para onde eu ia me sentia deslocado, inclusive na minha própria casa, como se a coisa estivesse dentro de mim. O lance do Velho é decepção com gente. Tava cansado de montar banda com fórmula, música assim, um faz as letras o outro não sei o quê. Fiz umas músicas sozinho, chamei uns amigos antigos, bem fora do círculo punk, mas que tinham raiva no coração, moravam na periferia e o caralho. O problema começou quando a banda começou a ser levada a sério pelos outros. A coisa foi para um lado que nunca se quer ?? me escreveram falando umas paradas pesadas etc. Sei lá se é esse o sentido da coisa. Sei que pelas músicas somos responsáveis.

Você me falou que tava numas de fazer um som mais emo…

Ah, mano, uns chamam de emo, eu chamo de reflexão. Tô a fim de pensar um pouco, principalmente sobre o que e como dizer algumas coisas. Acho que um monte de coisa tem de ser desconstruída, falando especificamente sobre a cena punk. Tá tudo muito bonito, e o bizarro é que vejo gente muito mais tranqueira na igreja do que no punk.

Ficou fácil, né? ??Vamos imitar as bandas skate punk, fazer como as bandas de Washington, tocar punk 77…?

Porra, mano, o lance tá ridículo! Tá na hora da cena punk acabar e começar outra coisa. A mensagem do punk foi passada e hoje virou um estilo de vida. Me sinto tão deslocado em show punk quanto em um emprego de terno e gravata.

Duvido que haja lugar na alma de um evangélico pra “raiva espiritual”…

Lógico que não. Mas em show de hardcore você acha que tem? Eu não!

Então pra quem é o som do Velho de Câncer?

Eu não sei mais, cara! Não faço a mínima ideia de quem é nosso público. Quem vai nos shows aqui são nossos amigos ?? é algo pela camaradagem e cerveja compartilhada. A única coisa que sei é que é a minha última banda punk! A parada ainda não teve um fim, porque acho que musicalmente ainda tem algo pra fazer. Vamos gravar algo entre março e abril, temos sete sons novos.

Encontro da Nova Consciência – Sábado

terça-feira, fevereiro 16th, 2010

http://www.natoracoletivo.com.br/2010/02/encontro-da-nova-consciencia-sabado.html

Dando sequência aos shows do Encontro da Nova Consciência, ontem foi a vez de Toninho Borbo(PB) e Totonho e os Cabra(PB) manter a brasa quente na praça Elpídio de Almeida.

Com nova formação e uma proposta nova, Toninho Borbo é o primeiro a subir no palco. Junto com ele vem a equipe peso pesada Edmar Travassos, Orlando Freitas e Frequência Zero.Não tinha como não ser ruim. Apesar de serem traídos pela tecnologia em uma ou outra faixa, o show foi conciso e bem executado. Toninho cantou e tocou um set list variado, desde o uso de samples até só no gargalo mesmo.

Toninho Borbo(PB)

Logo após o Toninho Borbo entra no palco o inusitado Totonho e os Cabra. Os Cabras de ontem não eram os conhecidos cabras, mas sim cabras novos. Acompanhando Totonho, subiram no palco Leo(Burro Morto), Vitor e Thiago Guimarães (ambos do Chico Correa e EletronicBand). Juntado essas feras, o som não poderia ser diferente. Apesar do pouco tempo que tiveram para ensaiar as músicas do Totonho, o show foi muito divertido. Totonho preparou um set list cheio de músicas conhecidas que fez o público se animar. Músicas como ‘Tinha tudo pra ser feliz’ e ‘Você tá doida pra me dar’ fizeram a galera pular e se divertir.

Totonho e os Cabra

Depois do Palco 1, mais uma vez o Palco 2 no Bronx lotou. Se apresentando no segundo dia do Rock na Consciência, tivemos as campinenses A Valsa de Molly e Etnia Sound System e a pernambucana PE87. O Etnia Sound System,que mistura ritmos populares regionais à batida pesada da pick up e guitarras altíssimas. Logo após A Valsa de Molly apresentou seu repertório,trazendo um ar mais leve ao Bronx bar. A banda pernambucana PE87 teve seu show cancelado, mas um grupo local intitulado Pub Drinks encerrou a noite com covers de nomes consagrados do Rock como Rage Against the Machine e Metallica, tirando também algumas músicas próprias.

Perguntado sobre o andamento da programação do Rock na Consciência, Alcides de Souza, integrante da organização, afirmou que este não é um evento fácil de realizar, pelo fato de a opinião pública não ser muito favorável. ??A gente se prepara bastante psicologicamente para fazer com que as coisas possam acontecer ao seu tempo?, destacou.

Alcides, que está na organização do Encontro há pelo menos dez anos, fez questão de mencionar que este é um dos mais importantes eventos do Nordeste e talvez do Brasil. Além disso, ele valoriza a relevância de o Grito Rock América do Sul 2010 estar inserido neste contexto. O festival acontece hoje dentro da programação musical da Nova Consciência. ??E a parceria com o Natora irá permanecer. Fizemos juntos a Nova Consciência e em breve vem o Festival de Inverno. Com certeza iremos nos reunir para definir as participações?, concluiu.

GRITO ROCK

O festival Grito Rock que será realizado no Bronx bar a partir da meia noite de hoje, é o maior evento simultâneo de rock do mundo, acontecendo em mais de 80 cidades latino americanas. Esta, portanto, é uma oportunidade ímpar para Campina Grande mostrar o seu potencial na cena independente.

Estarão se apresentando hoje no Palco 1 os gaúchos Pata de Elefante e os conterrâneos da Sex on The Beach, que juntos levarão o som instrumental aos ouvidos do público. No Palco 2 estarão fazendo a festa as bandas Nublado e Violet, originais da capital João Pessoa, além dos pernambucanos do 4º Astral. A entrada é franca.

O Encontro da Nova Consciência 2010 está a todo vapor. Excelentes bandas, bom público e um som de primeira nos dois palcos.

Grito Rock Campina Grande

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

Na sua 19ª edição, o Encontro da Nova Consciência terá a programação musical acontecendo em dois locais, sendo o Palco 1 na Praça Elpídio de Almeida ?? vizinho ao SESC Centro ?? e o Palco 2 no Bronx Bar, localizado na rua Getúlio Vargas, nº 164. A novidade para este ano é a realização do Grito Rock América do Sul 2010, que é o maior festival simultâneo de rock do mundo. A programação do Palco 1 deverá ter início às 22h, para após o encerramento das duas apresentações principais, as três bandas diárias do Palco 2 iniciem seu show às 0h.

O Grito Rock Campina Grande é uma realização do Natora Coletivo e o Circuito Fora do Eixo com o Encontro da Nova Consciência e o Rock na Consciência. O festival acontece no domingo às 0h no Bronx bar. Confira abaixo a programação do Grito Rock Campina Grande e as atrações que vão rolar!!

Além das atrações musicais o Grito Rock Campina Grande apresenta dois debates:

1) Disparidades entre o Cenário Independente Nacional e Internacional, com Arthur Pessoa e Giancalo Galdino, no CEDUC sábado às 14h.

2) O Natora Coletivo, o Circuito Fora do Eixo e as Políticas dos Coletivos de Cultura, com Marlo Simaskowsk e Diogo Rocha, CEDUC, sábado às 16h.

NUBLADO(PB)
Nublado é indie rock com dramaticidade bem calcada no Radiohead, no Muse, que esbarra numa espécie de pós-grunge e em sua “melodiosidade”. Com quase três anos de formação, a banda tem na bagagem dois EP??s?? Nublado e o recém lançado Vôo Livre. Tocou em Festivais como o Rock Cordel e Feira da Música (ambos em Fortaleza), Palco ABRAFIN/Fora do Eixo no Porto Musical (Recife), Festival Mundo (PB), MADA(RN), Warm Up do Festival DOSOl e Petrobrás nas Ondas do Rock, evento no Rio de Janeiro que funcionou como seletiva para o festival Goiânia Noise.
A Nublado chama a atenção pelas suas melodias bem trabalhadas e que grudam na cabeça, características estas que, junto com o trabalho diário que fazem para fomentação do mercado independente de sua cidade, chamaram a atenção de jornalistas e de sites como PopUp! (No qual a banda foi artista do mês), Samba Punk e Trama Virtual.
4th ASTRAL(PE)


A banda começou com a iniciativa de Thiago Brandão (voz e guitarra), que já com 12 anos de idade se apresentava pelos bares de Piedade e Candeias (PE) nos intervalos dos músicos das casas locais. Tocava os clássicos do rock internacional, como o Dire Straits, Pink Floyd, Jimi Hendrix etc.. Os vídeos dessa fase inicial podem ser conferidos no site no site www.thiagobrandao.com.br.
No entanto, com o passar do tempo, surgiu a necessidade de mostrar as veias do rock n?? roll e a vontade de produzir músicas mais trabalhadas. Com isso veio a idéia de montar uma banda do gênero – bateria, baixo e guitarra… E assim nasceu a Quarto Astral, que começou tocando covers (mas formando seu repertório já com algumas músicas autorais) pelas casas de shows do centro do Recife. Já passou por diversas formações, concretizando-se com a atual: Thiago Brandão na voz e guitarra, Bruno Gambarra no baixo e Bruno Henrique na bateria.
A Quarto Astral busca explorar o rock em sua essência, tal como era feito nos anos 60 e 70: psicodelia, rock n’ roll e progressividade regadas com muitos solos de guitarra e improvisos, sem o rumo tradicional de início, meio e fim, mas sim com um início… e um fim na hora certa. Suas letras tratam do elemento natural e humano, suas interferências e discrepâncias, quatro dimensões coerentes com a realidade (ou não), cantadas pelas três vozes da banda, em inglês ou português. Seu primeiro EP, auto-intitulado como 4th Astral, foi gravado em 2009, ao vivo, no Studio Via Brasil com
Fábio Casé na gravação, mixagem e masterização.
Em setembro de 2009, a banda iniciou sua parceira com o Lumo Coletivo e, conseqüentemente, com o Circuito Fora do Eixo ?? grupos que, por meio do cooperativismo, da economia solidária e outros embasamentos dentro desta ideologia, buscam a troca de bens e serviços culturais. A idéia é facilitar o intercâmbio e a produção cultural em Pernambuco e nas zonas externas aliadas ao Circuito Fora do Eixo, distribuídas por mais de 40 coletivos por todo o Brasil.
VIOLET(PB)



Entre um ponteiro e outro. Uma dose e outra. Um cigarro e outro. Entre amigos. Composições à meia luz e fúria íntima entre cortinas de veludo vermelho. Burton na tela, blues na vitrola, Baudelaire na estante, Chet Baker na cama. Salto alto para as damas. Mais uma dose para os cavalheiros. Um fósforo para começar o incêndio. Um trago de dor nos nervos. Uma dose de sangue nos olhos. Duas guitarras, uma bateria, um baixo, e vocais em todas as direções. Grave, agudo, libertino e melancólico. Fantasia, fobia e febre. Sexo, sombra e saudade. Para tomar um café. Para curar a ressaca. Para manter a embriaguez. Para ouvir, dançar e morder. Violet. Enivrez-vous sans cesse.
A Violet surgiu em João Pessoa, no início de 2009, com sua formação atual:
Antônio ?? baixo e vocal
Daniel ?? guitarra e vocal
Danilo ?? bateria
Leonardo ?? guitarra
Raquel ?? vocal
No segundo semestre de 2009 a banda entrou em estúdio, e no início deste ano lançou seu primeiro EP, homônimo, com 5 faixas autorais que bebem livremente em estilos como blues, jazz, rock, alternativo e experimental. As letras, em inglês e português, versam sobre a luxúria, ira e o demônio residente em cada um. Sangue nos olhos em veludo vermelho. Mesmo com o repertório em formação, a Violet já fez seu primeiro show. Em Recife, no Espaço N.A.V.3, em 31 de Janeiro deste ano. O show foi muito elogiado pelos organizadores do evento, assim como pelos proprietários do espaço e público presente.
Agora a Violet se prepara para sua segunda apresentação, no Grito Rock em Campina Grande, no próximo dia 14. E que venha a festa da carne.


Newsletter | Nublado

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010

A Nublado lançou hoje sua Newsletter do mês de janeiro, anunciando sua tour Grito Rock Nordeste e mais novidades! Confiram!

Olá amigos!

2010 ta prometendo ser um ano realmente 10 pra gente. Janeiro mal acabou e já fechamos a agenda com cinco shows pelo nordeste, só em fevereiro! Estamos, com essas apresentações, fechando o ciclo de shows do nosso ultimo EP, lançado ano passado, o Voo Livre. E a novidade é que é muuuito provável também que nesses shows apresentemos duas novas canções, que estão sendo finalizadas nesta semana, num intensivão de ensaios diários. Estamos loucos pra ver a reação do público e dos amigos!

Tour Grito Rock

O mais legal é que todas essas apresentações farão parte da Tour Nublado no Festival Grito Rock, um dos festivais de maior alcance do país e da América do Sul, por acontecer, durante todo o mês, em mais de 70 cidades do Brasil, além de cidades na Bolívia, Argentina e Uruguai. Cada uma com sua programação e logística particulares.

Nos inscrevemos através do site Toque no Brasil e fomos chamados para os Gritos de Recife, Campina Grande, Natal e nossa própria cidade, João Pessoa. Aqui fazemos dois shows no mesmo dia! Da-lhe fôlego! Um vai ser na praça Coqueiral (em Mangabeira), no projeto parceiro do festival em JP, o Circuito das Praças, e o outro no Palco da Antenor Navarro, dentro da programação do Grito.

Nossa agenda ficou assim:

05.02?? Grito Rock Recife

06.02 ?? Grito Rock Natal

14.02 ?? Grito Rock Campina Grande

27.02 ?? Grito Rock João Pessoa

19h ?? Praça Coqueiral, no bairro de Mangabeira

23h ?? Praça Antenor Navarro, no Varadouro.

Amigos das cidades que passaremos, estão intimados a aparecerem pra tomarmos uma cerveja, heim. Levaremos nossos CD??s  pra vender na banquinha, além dos álbuns das nossas bandas parceiras do Coletivo Mundo. também

Mais!

?, vou adiantar que as novidades da Nublado não são só essas. 2010 vai ser 10 porque nos nossos planos, até agora, estão um novo EP, uma tour fora do nordeste pra maio e show nosso em um dos festivais da Monstro, o Bananada, (GO). Assim que tivermos mais detalhes, claro que contaremos.

Por hora é isso, amigos. Sigam-nos no Twitter: www.twitter.com/bandanublado , entrem na nossa comunidade no Orkut www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=47928534 e ouça nossas músicas no MySpace: www.myspace.com/bandanublado. Tem muito mais material também pelo youtube e Last.fm, nos visitem!

Abraços e até os próximos shows,

Rayan, Andrei, Alberto, Fábio e Carol

João Pessoa, 31 de janeiro de 2010

P.S: Quer chamar a gente pra tocar? A gente vai vai! Manda e-mail pra bandanublado@gmail.com

Campina Grande e João Pessoa irão sediar etapas do ??Grito do Rock 2010?? em fevereiro

sábado, janeiro 30th, 2010

Jornal da Paraiba, 30-01-2010

Por: Carolina queiroz especial para o jp

O  maior festival integrado de música da América do Sul chega à Paraíba. O ??Grito Rock?? acontece em mais de 80 cidades do Brasil e países vizinhos, dentre as quais Campina Grande, entre os dias 12 e 15 de fevereiro, e João Pessoa, entre 24 e 27 do mesmo mês.
Os campinenses, com o apoio do Encontro Para Nova Consciência, terão mais uma alternativa para o Carnaval no convidativo Bronx Bar, no centro da cidade. Já os pessoenses poderão prolongar suas comemorações carnavalescas, divididos entre o Espaço Mundo e a Praça Antenor Navarro, no centro da capital.
O evento surgiu no ano de 2003 em Cuiabá (MT), como alternativa para o carnaval matogrossense, focado na música local. Em 2006, com o crescimento do ??Circuito Fora do Eixo?? (da Associação Brasileira de Festivais ?? Abrafin) em todas as regiões do país, o festival se expandiu e passou a ser realizado simultaneamente em diversos pontos desta, que hoje, é a maior rede de coletivos produtores de cultura do Brasil.
A edição realizada na Paraíba será marcada pela pluralidade. Bandas locais e do interior do Estado, sejam iniciantes ou consolidadas, apresentarão toda diversidade da produção atual no Estado. Bandas como Retaliação, Os Reis da Cocada Preta, Sex on The Beach, Valsa de Molly, Noskill, Cabruêra e Escurinho que já fazem parte da cena local, irão se apresentar ao lado de bandas convidadas como A Trigger to Forget (CE), Nevilton (PR), Pe 15 (PE) e 4th Astral (PE).
A novidade da programação deste ano, consolidando o festival como encontro de artes integradas, fica por conta da mostra audiovisual e de debates, que acontece apenas em João Pessoa, nos dias 24 e 25, ambos no Espaço Mundo, mostrando que o grito é muito mais que apenas rock??n roll.