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	<title>Coletivo Mundo &#187; seman</title>
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		<title>O Centro Histórico tomba sob o silêncio</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 03:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Coluna de Marcus Alves no Portal WSCOM) Tenho recebido um conjunto grande de e-mail mostrando duas situações delicadas em torno do Centro Histórico de João Pessoa. A primeira onda de mensagens indica um problema ligado sobrevivência das culturas alternativas juvenis que instalaram seus ambientes naquele território. A segunda está mais afeita ao problema do trajeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">(Coluna de Marcus Alves no Portal <a href="http://www.wscom.com.br/colunistas/colunista_colunas.jsp?id=79">WSCOM</a>)</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.wscom.com.br/colunistas/colunista_colunas.jsp?id=79"></a></div>
<div>Tenho recebido um conjunto grande de e-mail mostrando duas situações delicadas em torno do Centro Histórico de João Pessoa. A primeira onda de mensagens indica um problema ligado sobrevivência das culturas alternativas juvenis que instalaram seus ambientes naquele território. A segunda está mais afeita ao problema do trajeto do Folia de Rua, que foi reordenado e deslocado daquele lugar.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">As pessoas me falam dos dois problemas de maneira isolada, mas penso que existe uma linha que une as duas questões. Essa linha repousa numa certeza atestada por muitas outras cidades antigas que têm o seu Centro Histórico como lugar privilegiado para certa categoria de cultura. ? assim em Recife e Olinda, é assim em Salvador, é assim em Ouro Preto. Mas me parece que em João Pessoa essa linha está sendo alterada, sobretudo, pelo governo municipal que parece ter retirado sua energia do Centro Histórico.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Os jovens, principalmente aqueles ligados às culturas alternativas e de perfil universitário, têm sido talvez os principais responsáveis pela manutenção de alguma vida em nosso Centro Histórico. Vez por outras seus lugares como Espaço Mundo e Candeeiro Encantado são alvo de fiscalizações sonoras promovidas pela Secretaria do Meio Ambiente a propósito de controlar o ruído. A última dessas visitas me parece deixou estragos para essa juventude.</div>
<div id="_mcePaste">Penso que é preciso sim controlar os ruídos, mas é preciso diferenciar essa ação de uma certa intolerância para com algumas culturas e alguns grupos sociais. Outro detalhe importante que ninguém falou: o Centro Histórico, salvo se estiver muito enganado, tem uma baixa densidade populacional ?? principalmente à noite. Então me pergunto: por que tanta vigilância sonora? Não seria ali um espaço ideal para as festas juvenis?</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A comunidade do Porto do Capim, me parece, fica bem abaixo daquele território. Então será que aquelas ruas escuras e postes sonolentos se incomodam tanto assim com o rock and roll do Espaço Mundo? Outra coisa importante que não podemos deixar de refletir: a nossa juventude precisa de lugares para expressar sua culturas, sua fúria, sua ira urbanas. E olha que acho esses jovens bem comportados e verdadeiros empreendedores na linha do Sebrae&#8230; Não tenho visto por ali jovens inconseqüentes na linhagem James Dean ou dos personagens da literatura de Anthony Burgess. Não vejo espaço melhor para essa cultura urbana juvenil que o Centro Histórico, tradicionalmente território da boemia e do rock and roll, em suas diferentes variantes estilísticas.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><strong>O Folia</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>O Centro Histórico de João Pessoa, que ainda sequer foi revitalizado, precisa dessa contribuição juvenil e de outras manifestações culturais para poder ganhar força além das pinturas e fotografias oficiais. Mas temos observado uma tendência para o seu esvaziamento. E isso pode ser comprovado pelas últimas noticias sobre o trajeto do Folia de Rua.</div>
<div>A melancolia que toma conta de algumas lideranças criadoras e estimuladoras dessa linha de carnaval se justifica pelo fato de que o esvaziamento parte da própria Prefeitura Municipal ao colocar como área central do Folia o Ponto de Cem Reis e não a Praça Antenor Navarro.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>? uma contradição grande porque tenho certeza que os próprios discursos que legitimaram o tombamento da maior parte do Varadouro e Cidade Alta levaram em consideração o fato de ali termos essa tradição de carnaval. A festa dá vida ao tombamento. E as 502 edificações cobertas por esse tombamento ganham muito mais vida e valor se forem acompanhadas de festas e celebrações. ? de gente que se faz um Centro Histórico e não apenas de papéis amarelados dos protocolos oficiais.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Quando uma Prefeitura esvazia um trajeto de carnaval para valorizar um território em detrimento do outro mostra uma considerável miopia e tira a possibilidade de centenas de moradores e turistas descobrirem as belezas de nossa arquitetura antiga. Muita gente tem histórias para contar a partir das ruas e ladeiras de Olinda. As curvas barrocas de Ouro Preto já revelaram e esconderam muitas estórias humanas.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>E o território da Praça Antenor Navarro como vai ficar neste carnaval? Vai ficar às escuras? Talvez se Secretaria do Meio Ambiente permitir os jovens façam algum concerto de rock&#8230;</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>O Ponto de Cem Reis, recentemente reformado (para alguns, até mesmo deformado) deveria ser visto como mais um lugar de vida no Centro Histórico. Mas, aí reside a miopia dos gestores, parece que é na linha: ou isso ou aquilo. Ou Praça ou Ponto. O melhor não seria o Ponto ter exatamente o sentido de sua existência: uma parada, uma referência na passagem de um cortejo festivo.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><strong>O São João vai mudar?</strong></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A continuar linha de raciocínio que alterou a rota do Folia de Rua, podemos imaginar que o São João também será alterado? Será então que o Ponto de Cem Reis é o melhor espaço para abrigar o projeto de São João? Outra coisa que precisamos refletir: o carnaval contemporâneo tem sido marcado pelas longas marchas de foliões descendo ruas e ladeiras das cidades urbanas. ? como se as massas de foliões fossem um substituto das antigas marchas dos trabalhadores em estado de protesto ou de greve. As massas já não protestam mais. Dançam e foliam. Tem sido assim há algum tempo. Mas em João Pessoa, me parece, a tendência é carnaval parado.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>A marcha que os blocos podem fazer fica reduzida ao show no palco principal. Carnaval paradão. Pode ser isso que estamos inventando. O Centro Histórico, leia-se região da Praça Antenor Navarro, merece tanta atenção e zelo da festa como o Ponto de Cem Reis. A sabedoria está na integração dos sistemas urbanos, não na polarização das falsas urbanidades. A continuar do jeito atual, a velha Praça será abandonada até mesmo pelos jovens alternativos que mantém algum ruído criativo naquele lugar. Mas talvez a intenção seja essa: deixar o espaço tombado tombar pelo silêncio e pela ausência de gente.</div>
<p>por Marcus Alves - <span style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; border-collapse: collapse;"><a style="color: #0089aa;" href="mailto:maalves@terra.com.br" target="_blank">maalves@terra.com.br</a></span></p>
<p><span style="font-family: arial, sans-serif; line-height: normal; border-collapse: collapse;">Antônio Marcus Alves de Souza é jornalista, Mestre em Comunicação Social e Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília. Autor de Cultura rock e arte de massa (ed. Diadorim) e Cultura no Mercosul: uma política do discurso (ed. Plano/FAP). Publicou recentemente o livro de poemas O Eterno e o Provisório, pela editora da UFPB.</p>
<p></span></p>
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		<title>Coletivo Mundo no Jornal Correio</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 23:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MUNDO E A SEMAM Por CARLOS ARANHA &#8220;Correio da Paraíba&#8221;, 21/janeiro/2010 http://www.correiodaparaiba.com.br O Coletivo Mundo oferece um dos tons principais da renovação sempre necessária à cultura de João Pessoa. Ele opera uma transição para que não fiquemos somente com o que está consolidado. Com outros conteúdos e formas, de outros atos e maneiras, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Times New Roman', Times; color: #000080;"><span style="text-decoration: underline; font-size: medium;"><strong> </strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', Times; color: #000080;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman', Times; color: #000080;"><strong></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000; font-weight: normal;">O MUNDO E A SEMAM</span></div>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">Por CARLOS ARANHA</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">&#8220;Correio da Paraíba&#8221;, 21/janeiro/2010</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">http://www.correiodaparaiba.com.br</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">O Coletivo Mundo oferece um dos tons principais da renovação sempre necessária à cultura de João Pessoa. Ele opera uma transição para que não fiquemos somente com o que está consolidado. Com outros conteúdos e formas, de outros atos e maneiras, o Coletivo Mundo representa para a juventude pessoense desta década o que foram, em tempos e espaços diferentes, o Grupo Sanhauá, os tropicalistas, a geração do poema-processo, a turma valorosa do Piollin, os experimentalistas da Sala Preta do Decom, o Jaguaribe Carne, o Poecodebar e a Oficina do Capim. Hoje, em paralelo ao Coletivo Mundo, a Tribo Ethnos e todos os que batalham com as linguagens em torno do hip-hop.</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">O que de início parecia limitar-se a uma utopia de percurso curto, terminou por crescer, agregar uma geração ávida por mudanças estéticas e distante das repetições políticas, e consolidar-se como a vanguarda artística na João Pessoa de hoje. Não foi por mera semelhança e coincidência que o Espaço Mundo, numa das esquinas da Praça Anthenor Navarro, nasceu como um pungente e urgente ponto de referência para os anseios da juventude que não contenta-se apenas com o legado das vanguardas anteriores nem fica satisfeita com os modelitos modernosos ditados por &#8220;animadores culturais&#8221; que, invariavelmente, terminam servindo à linguagem dominante da tevê aberta.</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">(Este parênteses é para lembrar que eles estão, ano a ano, fazendo crescer um dos mais importantes festivais do Nordeste, cuja última edição foi na Usina Cultural Energisa).</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;">Agora o Espaço Mundo enfrenta, juntamente com o Candeeiro Encantado (no Largo de São Pedro Gonçalves), um problema que pode matar mais um dos nossos necessários sonhos juvenis de mudança. Um código de meio ambiente inadequado àquilo que representam alguns espaços da cidade (como o Baixo Centro Histórico) faz com que a Semam do Município ponha em xeque a continuidade de eventos artísticos importantes. Caminhante entre mudancistas percursos artísticos, o prefeito Ricardo Coutinho pode e deve achar uma solução para o desnecessário confronto iniciado pela Semam. ? tempo.</span></span></div>
</div>
</div>
<p></strong></span></p>
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		<title>SEMAN proíbe shows no Centro Histórico</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 15:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem produz shows em João Pessoa (PB), há sempre a preocupação com a presença de um verdadeiro vilão, a Secretaria de Meio Ambiente ou como é comumente conhecida: a SEMAM. Isso independente do bairro ou área de realização do evento, pois a cidade não possui um zoneamento que contemple a produção cultural e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem produz shows em João Pessoa (PB), há sempre a preocupação com a presença de um verdadeiro vilão, a Secretaria de Meio Ambiente ou como é comumente conhecida: a SEMAM. Isso independente do bairro ou área de realização do evento, pois a cidade não possui um zoneamento que contemple a produção cultural e o lazer, bastando apenas uma ligação anônima para que os fiscais da secretaria façam uma visita até o evento e obriguem ditatorialmente que o mesmo seja encerrado imediatamente.</p>
<p>E foi exatamente isso que ocorreu na última quinta-feira, dia 14/01/2010, no Espaço Mundo, bairro do Varadouro, Centro Histórico da capital paraibana. Na ocasião estavam acontecendo apresentações das bandas Gauche e Flying Back, quando os fiscais identificados pelos nomes de Campos e Antônio Alves entraram no recinto gesticulando para a banda e dirijindo-se para o palco.</p>
<p>Um dos responsáveis pelo Espaço Mundo, o produtor cultural e músico Rayan Lins os abordou educadamente, se identificando e pedindo para conversar com os fiscais fora do recinto. O pedido foi recebido com resistência pelos fiscais, que gritavam para parar o show imediatamente.</p>
<p>Já fora do recinto, um dos fiscais mostrava-se extremamente irritado, gritando e se negando a explicar a situação e fazer a aferição do som, além de ameaçar chamar a polícia caso o show não fosse encerrado imediatamente. Após muita insistência de que fosse identificado o ponto de denúncia e que a aferição fosse feita de lá, o máximo conseguido foi uma rápida olhadela do outro fiscal no decibelímetro apontado para uma das portas do Espaço Mundo e a ordem: o show tem que acabar agora!</p>
<p>Decepcionado com a tentativa de entender a situação através dos fiscais da SEMAM e preocupado com a possível represália da polícia militar, o responsável pelo espaço não teve outra opção a não ser pedir para a banda para de tocar e acabar com o show. Imediatamente parte do público foi ao encontro dos fiscais, exigindo explicações, que mais uma vez foram negadas pelos mesmos, que ainda demonstraram desdenho e preconceito: ??Isso tá errado, não pode! Ainda mais esse tipo de som!?.</p>
<p>Para agravar ainda mais, no dia 16/01/2010, sábado, fiscais da SEMAM notificaram não só o Espaço Mundo, como também o Galpão 17 (ex-Candeeiro Encantado), proibindo-os de realizar shows, sob a ameaça de multa caso os espaços voltem a realizar eventos.</p>
<p><strong>O Espaço</strong></p>
<p>Funcionando desde abril de 2009 e filiado das Casas Associadas ?? Associação Brasileiras das Casas de Shows Independentes ?? o Espaço Mundo tem capacidade para 200 pessoas e é uma espécie de centro cultural, agregando em sua programação shows, exposições de artes, oficinas e debates, além de funcionar como bar e restaurante, sem nunca ter sido alvo deste tipo de ação repressora.</p>
<p>A gerência do local é do Coletivo Mundo, coletivo de produção cultural formado por artistas, produtores, jornalistas, designers, fotógrafos e outros agentes da cadeia produtiva que trabalham com base na Econômia Solidária para fomentar a produção, divulgação e consumo da cultura independente, em especial da música paraibana.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Mais uma vez</strong></p>
<p>O Coletivo Mundo já passou por problemas com a secretaria, quando a SEMAM tentou impedir a realização do Festival Mundo 2009 na Usina Cultural Energisa. Neste fato, a única informação passada pela secretaria para a coordenação do festival foi de um horário máximo de 1h da manhã para realização dos shows. O festival foi totalmente adaptado e durante um mês tentou-se conseguir um parecer da SEMAM sobre o evento, parecer este que só veio faltando uma semana para o festival, impedindo a realização do evento. Só depois de muita articulação política, visitas a diversos gabinetes da prefeitura e principalmente com o importante apoio do vereador Bira, é que a coordenação do festival conseguiu a liberação para realizar o evento.</p>
<p>??Não é a primeira vez que este órgão público traz problemas para a realização de eventos e o desenvolvimento da cultura em nossa cidade. João Pessoa necessita de um novo zoneamento urgentemente, para o bem do desenvolvimento artístico e turístico da cidade! E precisa definitivamente reconhecer o Centro Histórico como uma área livre para a cultura? diz Rayan Lins.</p>
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